sexta-feira, 22 de novembro de 2024

Como viver bem o Advento? Confira dicas

 



Que o Espírito Santo nos ajude a viver intensamente esse tempo de Graça sem desperdiçarmos absolutamente nada do que Deus tem para nós, seu povo amado. Um bom e Santo Advento!
Estamos nos preparando para o Advento e resolvemos deixar 4 pontos que nos ajudarão a viver bem este tempo único de conversão e de graças. Existe uma ação de Deus toda especial que nos convida à conversão e ao retorno a vida sobre o senhorio de Jesus.

O fato de estarmos esperando a vinda de Jesus nos enche de alegria e esperança, pois sabemos que não seremos decepcionados, Jesus virá e não tardará. Por isso preparemo-nos para recebê-lo em nossos corações.

1 – Renovar nossa entrega de vida a Jesus Cristo
Submetendo todo o nosso ser ao único e verdadeiro Deus sem nenhuma restrição. Aqui se faz necessário renovarmos nossa entrega de vida a Jesus. Percebermos tudo o que em nós não se submete mais ao Evangelho, a mentalidade de Cristo e termos coragem e romper com tudo o que nos rouba do mesmo.

Coragem para romper com o velho. Coragem para iniciar um novo tempo no seguimento de Cristo. Jesus, Senhor do meu corpo, do meu pensar, do meu agir, dos meus relacionamentos e até da minha fraqueza.

quinta-feira, 13 de junho de 2024

QUEM ENCONTROU UM AMIGO, ENCONTROU UM TESOURO!

 


Confira os 15 ensinamentos dos santos sobre a amizade!


Pode ser que muitos de nós sejamos ricos e ainda não nos demos conta. A Palavra de Deus já nos ensinava desde o Antigo Testamento: “Amigo fiel é proteção poderosa, e quem o encontrar, terá encontrado um tesouro. Amigo fiel não tem preço, e o seu valor é incalculável. Amigo fiel é remédio que cura, e os que temem ao Senhor o encontrarão” (Eclo 6,14-16).

Se Jesus, que é Deus, quis precisar de amigos para seguir sua caminhada neste mundo, imagine nós! O ser humano não pode viver como uma ilha. É como afirmou São João Bosco em sua famosa frase: “Deus nos colocou no mundo para os outros”. Uma grande verdade! Inclusive, podemos dizer até que, a partir de Cristo, a amizade tomou um novo sentido, o amigo é aquele que descobriu o valor e a dignidade do irmão, à luz do Evangelho. Essa sincera amizade, no verdadeiro sentido humano e cristão, propagou-se entre os primeiros cristãos refugiados nas catacumbas. A história da Igreja é marcada de exemplos de profundas amizades entre os santos padres, como São Basílio e São Gregório, entre os grandes santos, como São Francisco de Assis e Santa Clara, Santo Ambrósio e Santa Mônica e muitos outros.

Em um de seus belíssimos escritos, São Gregório Nazianzeno, um dos padres da Igreja, escreveu sobre seu amigo São Basílio e nos explicou um pouco como viviam profundamente a amizade: “Encontramo-nos em Atenas. Como o curso de um rio, que partindo da única fonte se divide em muitos braços, Basílio e eu nos tínhamos separado para buscar a sabedoria em diferentes regiões. Mas voltamos a nos reunir como se nos tivéssemos posto de acordo, sem dúvida, porque Deus assim quis.

Leigos: um chamado à santidade


“Ide vós também. A chamada não diz respeito apenas aos Pastores, aos sacerdotes, aos religiosos e religiosas, mas se estende aos fiéis leigos: também os fiéis leigos são pessoalmente chamados pelo Senhor, de quem recebem uma missão para a Igreja e para o mundo.”

É com este trecho da Exortação Apostólica Pós-Sinodal Christifideles Laici, escrita pelo Papa João Paulo II, em que ele fala especialmente da vocação e missão dos leigos na Igreja e no mundo, que desejo começar este texto. Ela nos mostra que, como leigos, também temos um chamado de Deus e um papel importante na sociedade. Infelizmente, nem sempre essa realidade foi clara para mim, assim como ainda não é clara para muitas pessoas.

Ser leiga e santa

Pouco tempo depois de ter a minha experiência pessoal com Jesus, aos 16 anos, e repleta de um desejo ardente de santidade, passei a querer entender qual era a minha vocação e assim concretizá-la, pois sempre ouvia as pessoas comentarem que só assim eu seria feliz e santa.

O problema é que a minha compreensão sobre a santidade e as vocações era precipitada. Como via muitas imagens e histórias de santos que eram religiosos e religiosas, passei a achar que para ser santa precisava ser freira. Por um curto período, isso me satisfez. Mas conforme eu ia amadurecendo na fé, ainda havia um forte incômodo no meu coração de que esta ainda não era a resposta de Deus.

quinta-feira, 9 de maio de 2024

O sentido do Pentecostes

 




No próximo dia 19 celebraremos a Solenidade de Pentecostes, vamos ver um pouco sobre o sentido dessa data, e sua importância.

Para entendermos o verdadeiro sentido da Solenidade de Pentecostes, precisamos partir do texto bíblico que nos apresenta na narração: “Quando chegou o dia de Pentecostes, os discípulos estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um ruído como de um vento forte, que encheu toda a casa em que se encontravam. Então apareceram línguas como de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito lhes concedia expressar-se. Residiam em Jerusalém judeus devotos, de todas as nações que há debaixo do céu. Quando ouviram o ruído, reuniu-se a multidão, e todos ficaram confusos, pois cada um ouvia os discípulos falar em sua própria língua” (At, 2, 1-6). Essa passagem bíblica apresenta o novo curso da obra de Deus, fundamentada na Ressurreição de Cristo, obra que envolve o homem, a história e o cosmos.


O Catecismo da Igreja Católica diz que: “No dia de Pentecostes (no termo das sete semanas pascais), a Páscoa de Cristo completou-se com a efusão do Espírito Santo, que se manifestou, se deu e se comunicou como Pessoa divina: da Sua plenitude, Cristo Senhor derrama em profusão o Espírito” (CIC, n. 731).

Nessa celebração somos convidados e enviados para professar ao mundo a presença d’Ele [Espírito Santo]. E invocarmos a efusão do Espírito para que renove a face da terra e aja com a mesma intensidade do acontecimento inicial dos Atos dos Apóstolos sobre a Igreja, sobre todos os povos e nações.

quinta-feira, 18 de abril de 2024

Quem foi São João XXIII


 “A justiça se defende com a razão, e não com as armas. Não se perde nada com a paz, e pode perder-se tudo com a guerra” Papa João XXIII

João XXIII, foi cardeal de Veneza na Itália, eleito papa em 28 de outubro de 1958; aos 77 anos de idade; foi o Papa que convocou ao Concílio Vaticano II e sentou as bases para a reforma da Igreja. João Paulo II disse que o Vaticano II foi “a primavera da Igreja”.

Ao ser eleito, já idoso, dizia-se que o Patriarca de Veneza (Cardeal Angelo Giuseppe Roncalli), seria um “Papa de transição”.

Sua grande obra foi o Concílio Vaticano II, anunciado em 25/1/1959 (festa da conversão de São Paulo) e aberto quase 4 anos depois de preparação: o mais importante evento da Igreja no século XX.

O Concílio reuniu por três anos (1963-65) cerca de 2600 bispos do mundo todo em Roma. João XXII faleceu no meio do Concílio, em 3 de junho de 1963, substituído por Paulo VI.

Por seus gestos e palavras extraordinariamente populares se converteu no “Papa bom”. A bondade e a santidade de João XXIII foram consenso. Era um papa simples, alegre e brincalhão. Um dia, visitando uma paróquia de Roma, ouviu uma senhora dizer: “Nossa, como ele é gordo!”; simplesmente lhe respondeu: “Minha senhora, o conclave não é um concurso de beleza”.

quinta-feira, 11 de abril de 2024

11 de Abril dia de Santa Gemma Galgani



Hoje celebramos o dia de Santa Gema Galgani, a virgem intercessora dos farmacêuticos.

Santa Gemma Galgani, nascida em 12 de março de 1878, na pequena cidade italiana de Camigliano, era uma jovem que desde cedo demonstrou uma profunda devoção religiosa e um desejo ardente de consagrar sua vida a Deus. Filha de pais piedosos, perdeu sua mãe aos sete anos de idade, o que a deixou sob os cuidados de seu pai, que a educou na fé católica.

Desde a infância, Gemma mostrou sinais de uma espiritualidade excepcional, passando horas em oração e meditação. Contudo, sua vida não foi isenta de dificuldades. Aos dezoito anos, perdeu também seu pai, ficando órfã e enfrentando desafios financeiros. Entretanto, sua fé inabalável a sustentava, e ela encontrou conforto na oração e na confiança em Deus.

Conta-se que Gema, com a tragédia da perda dos pais, apegou-se ainda mais à religião. Recebeu a primeira eucaristia, antes mesmo do tempo marcado para as outras meninas, e levava tão a sério os conceitos de caridade que dividia a própria merenda com os pobres. 

Em sua juventude, Gemma experimentou uma série de experiências místicas extraordinárias, incluindo visões de Jesus Cristo, da Virgem Maria e de seus santos favoritos. Ela também recebeu os estigmas de Cristo, marcando suas mãos, pés e testa com as chagas da crucificação. Esses fenômenos, embora dolorosos, foram aceitos por Gemma como uma participação nos sofrimentos de Cristo, e ela os suportou com resignação e amor.

quarta-feira, 10 de abril de 2024

Documento do Vaticano condena violação da dignidade humana


Após cinco anos de trabalho, o texto destaca a posição da Igreja sobre ações positivas ao corpo e a alma.

Nesta segunda-feira (8), o Dicastério para a Doutrina da Fé publicou o documento “Dignitas Infinita” , após cinco anos de trabalho , com o objetivo de relançar, de maneira mais direta, a impactante mensagem do cristianismo: “Deus ama o cristianismo todos… com amor infinito”. Essas palavras foram feridas por João Paulo II a um grupo de pessoas com deficiência que ele encontrou em Osnabrück, Alemanha, durante uma de suas numerosas viagens ao exterior em 1980.

A principal novidade do documento é a inclusão de alguns temas principais do recente magistério pontifício que acompanham os assuntos bioéticos. Considerado como publicamente da dignidade humana, o texto condena atitudes que ofendem, agridem e violam a integridade de cada ser humano.

“É nesse espírito que, com a presente Declaração , a Igreja ardentemente exorta a colocar o respeito pela dignidade da pessoa humana , para além de toda circunstância, ao centro dos esforços pelo bem comum e de todo ordenamento jurídico. O respeito pela dignidade de cada um e de todos é, de fato, uma base necessária para a existência mesma de cada sociedade que se pretende fundada sobre o justo direito e não na força do poder. Sobre a base do reconhecimento da dignidade humana se sustentam os direitos humanos fundamentais , que precedem e fundam toda convivência civil” , diz um trecho do documento.

Como adotar hábitos mais saudáveis e contribuir para o cuidado com a Casa Comum ?



Você já ouviu a expressão “Conversão ecológica”? Em entrevista a redação do comshalom.org a educadora ambiental, Gabriela Brajão, aborda o assunto.

Desde que foi lançada em 2015, a Encíclica do Papa Francisco, Laudato Sí, sobre o cuidado da Casa Comum vem contribuindo com uma reflexão profunda sobre a importância de uma conversão ecológica e o papel de cada um para um consumo mais consciente de forma a valorizar, respeitar e preservar nossa Casa Comum.

Dividida em seis capítulos, a encíclica apresenta também iniciativas concretas sobre como podemos aprender a cuidar daquilo que nos é comum adotando hábitos e escolhas mais conscientes e principalmente, o impacto que elas causam naquilo que nos é comunitário. “Todos podemos colaborar, como instrumentos de Deus, no cuidado da criação, cada um a partir da sua cultura, experiência, iniciativas e capacidades” (LS 14). 

quarta-feira, 3 de janeiro de 2024

A conversão de G.K. Chesterton



No dia 30 de julho de 1922, no Railway Hotel, em Beaconsfield, na Inglaterra, G. K. Chesterton se tornou católico. Na falta de uma igreja católica local, a irlandesa proprietária do hotel permitiu que o salão de baile fosse convertido numa capela improvisada. Foi ali, sob um telhado de ferro corrugado, cercado por paredes de madeira nua, que o escritor de 48 anos entrou em plena comunhão com a Igreja.

Quais foram as razões para Chesterton dar esse passo? E, levando em conta o pensamento e os escritos dele sobre cristianismo ao longo de muitos anos, por que ele demorou tanto?

A esse respeito, o presidente da Sociedade Australiana de Chesterton, Karl Schmude, recorda que “a conversão é, no fim das contas, um ato da vontade, não só da mente”. Neste caso, “a conversão de Chesterton ao catolicismo foi adiada antes por razões pessoais do que doutrinais”. Segundo Schmude, em entrevista ao jornal National Catholic Register, a relutância do escritor em se converter deveu-se essencialmente à esposa, Frances. Apesar de Chesterton ter-se batizado na Igreja da Inglaterra, sua educação religiosa foi amplamente unitarista. As crenças cristãs ortodoxas que ele adotou mais tarde se desenvolveram sob a influência de Frances, que pertencia à High Church anglicana [a “Igreja Alta” da Inglaterra]. Em 1922, Frances, ainda anglicana, não estava pronta para fazer a mesma jornada espiritual do marido. Isso só mudaria em 1926, quando ela finalmente o seguiu nas fileiras da Igreja Católica.

Por outro lado, a relutância de Frances quanto a Roma pode explicar o atraso da conversão do marido, mas não nos diz o que o motivou a se tornar católico. Para Schmude, a entrada de Chesterton na Igreja Católica foi o ponto final de uma jornada que começou com a posição intelectual estabelecida pelo escritor em “Ortodoxia” (1908), a qual abriria caminho para uma aceitação mais profunda da vida sobrenatural. Schmude vê que esse crescimento gradual de compreensão na vida de Chesterton o levou a uma atitude de humildade e gratidão pela criação. Também o fez adquirir consciência cada vez maior da natureza do mal, que faz perder a bondade e leva à necessidade do perdão. Como indica Schmude, quando Chesterton, em sua “Autobiografia” (1936), é instado a explicar por que se tornou católico, ele responde: “Para me livrar dos meus pecados”.

Schmude afirma que essa noção do pecado e a consequente sensibilidade ao mal são a chave para compreender o caminho que levou Chesterton ao catolicismo em 1922: “Malcolm Muggeridge pensava que Chesterton era ‘um espírito taciturno, angustiado e amedrontado’, e sob o brilho superficial de sua inteligência e otimismo espreitava o medo de que o mundo fosse um lugar depravado e diabólico. Só Deus poderia salvá-lo”.

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