domingo, 3 de agosto de 2025

A Vocação Sacerdotal: Chamado de Amor e Serviço

A vocação sacerdotal é uma das mais sublimes expressões do amor de Deus pela humanidade. É um chamado divino que ressoa no coração de homens dispostos a consagrar suas vidas totalmente a Deus e ao serviço do próximo. No primeiro domingo de agosto, a Igreja no Brasil celebra o Dia do Padre, dentro do Mês das Vocações, reconhecendo e valorizando esse ministério essencial à vida da Igreja.

Refletiremos neste primeiro domingo do mês de agosto sobre a natureza da vocação sacerdotal, seu fundamento bíblico e teológico, o processo de discernimento, os desafios e as alegrias de ser padre, e sua importância para a missão da Igreja no mundo de hoje.

1. O que é a vocação sacerdotal?

A palavra "vocação" vem do latim vocare, que significa "chamar". Assim, a vocação sacerdotal é um chamado de Deus para que o homem participe de modo especial do sacerdócio de Cristo. O sacerdote é chamado a ser imagem viva de Jesus Bom Pastor, agindo "in persona Christi" nos sacramentos, especialmente na Eucaristia e na Reconciliação.

Ele é mediador entre Deus e o povo, consagrado para anunciar o Evangelho, santificar o povo

Agosto: Mês das Vocações — A Beleza de Servir a Deus em Cada Estado de Vida

O mês de agosto é celebrado pela Igreja no Brasil como o Mês Vocacional, um tempo especial de oração, reflexão e incentivo ao discernimento sobre os diversos chamados que Deus faz ao Seu povo. A iniciativa foi instituída pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) em 1981, com o objetivo de despertar nos fiéis o compromisso com a missão da Igreja a partir da vocação de cada um.

Durante esse mês, a Igreja dedica cada domingo a uma vocação específica: sacerdotal, matrimonial, consagrada e leiga. Esse itinerário semanal convida toda a comunidade a olhar com mais profundidade para os diferentes caminhos de serviço e entrega, que são expressão do amor de Deus por cada pessoa e da resposta generosa do ser humano ao Seu chamado.


Primeiro Domingo: Vocação Sacerdotal

O primeiro domingo de agosto é dedicado aos ministros ordenados, especialmente aos padres,

sábado, 2 de agosto de 2025

Liturgia diária


2 de agosto de 2025 – Sábado da 17ª Semana do Tempo Comum

Leitura I: Levítico 25,1.8‑17

Leitura do Livro do Levítico

1 O Senhor falou a Moisés no monte Sinai, dizendo: 8 "Contarás sete semanas de anos, ou seja, sete vezes sete anos, o que dará quarenta e nove anos. 9 Então farás soar a trombeta no décimo dia do sétimo mês. No dia da Expiação fareis soar a trombeta por todo o país. 10 Declarareis santo o quinquagésimo ano e proclamareis a libertação para todos os habitantes do país: será para vós um jubileu. Cada um de vós poderá retornar à sua propriedade e voltar para a sua família. 11 O quinquagésimo ano será para vós um ano de jubileu: não semeareis, nem colhereis o que a terra produzir espontaneamente, nem colhereis as uvas da vinha não podada; 12 pois é um ano de jubileu, sagrado para vós, mas podereis comer o que produziram os campos não cultivados. 13 Nesse ano de jubileu cada um poderá retornar à sua propriedade. 14 Se venderes ao teu conterrâneo, ou dele comprares alguma coisa, que ninguém explore o seu irmão; 15 de acordo com o número de anos decorridos após o jubileu, o teu conterrâneo fixará para ti o preço de compra, e de acordo com os anos de colheita, ele fixará o preço de venda. 16 Quanto maior o número de anos que restarem após o jubileu, tanto maior será o preço da terra; quanto menor o número de anos, tanto menor será o seu preço, pois ele te vende de acordo com o número de colheitas. 17 Não vos leseis uns aos outros entre irmãos, mas temei o vosso Deus. Eu sou o Senhor, vosso Deus".

sexta-feira, 1 de agosto de 2025

Congregação do Santíssimo Redentor - Redentoristas


A Fundação da Congregação do Santíssimo Redentor por Santo Afonso Maria de Ligório
Um carisma nascido do coração de Cristo para os mais pobres

1. O chamado interior de Afonso

Santo Afonso Maria de Ligório nasceu em Nápoles em 1696 e se destacou desde jovem por sua inteligência e sensibilidade espiritual. Foi um advogado brilhante, mas abandonou a carreira aos 27 anos após uma experiência de profunda frustração e discernimento vocacional. A partir de então, dedicou sua vida ao serviço de Deus como sacerdote.

Durante seus anos como missionário em Nápoles e arredores, Afonso percebeu que o povo mais pobre e simples, especialmente nas áreas rurais, estava espiritualmente abandonado. Muitos não tinham acesso à Eucaristia, à confissão, nem compreendiam os fundamentos da fé cristã. Sofriam com a ignorância religiosa e com um moralismo rigoroso que afastava em vez de atrair.

Essa realidade causou profunda dor e inquietação no coração de Afonso. Ele entendeu que o Evangelho precisava ser anunciado de maneira acessível, com linguagem simples e centrado na misericórdia de Deus.

Santo Afonso Maria de Ligório – Doutor da Igreja e Apóstolo do Redentor


Santo Afonso Maria de Ligório
nasceu no dia 27 de setembro de 1696, em Nápoles, na Itália. Pertencia a uma família nobre e recebeu uma formação esmerada. Desde cedo demonstrou grande inteligência e talento, especialmente no campo do direito, tendo se tornado advogado aos 16 anos. No entanto, mesmo com prestígio e sucesso profissional, sentia-se inquieto e insatisfeito com a vida mundana.

A descoberta da vocação

Após perder uma causa por uma injustiça nos tribunais, Afonso percebeu que Deus o chamava a algo maior. Decidiu, então, abandonar a carreira e consagrar sua vida inteiramente a Cristo. Em 1726, foi ordenado sacerdote, e passou a dedicar-se com ardor à evangelização dos mais pobres e abandonados, especialmente nos campos e vilarejos da região de Nápoles.

Fundador dos Redentoristas

Liturgia diária

1 de agosto de 2025 – Memória de Santo Afonso de Ligório

Leitura I: Levítico 23,1.4‑11.15‑16.27.34b‑37

Leitura do Livro do Levítico

1 O Senhor falou a Moisés, dizendo: 4 "São estas as solenidades do Senhor em que convocareis santas assembleias no devido tempo: 5 No dia catorze do primeiro mês, ao entardecer, é a Páscoa do Senhor. 6 No dia quinze do mesmo mês é a festa dos Ázimos, em honra do Senhor. Durante sete dias comereis pães ázimos. 7 No primeiro dia tereis uma santa assembleia, não fareis nenhum trabalho servil; 8 oferecereis ao Senhor sacrifícios pelo fogo durante sete dias. No sétimo dia haverá uma santa assembleia, e não fareis também nenhum trabalho servil". 9 O Senhor falou a Moisés, dizendo: 10 "Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: 'Quando tiverdes entrado na terra que vos darei, e tiverdes feito a colheita, levareis ao sacerdote um feixe de espigas como primeiros frutos da vossa colheita. 11 O sacerdote elevará este feixe de espigas diante do Senhor, para que ele vos seja favorável: e fará isto no dia seguinte ao sábado. 15 A partir do dia seguinte ao sábado, desde o dia em que tiverdes trazido o feixe de espigas para ser apresentado, contareis sete semanas completas. 16 Contareis cinquenta dias até o dia seguinte ao sétimo sábado, e apresentareis ao Senhor uma nova oferta. 27 O décimo dia do sétimo mês é o dia da Expiação. Nele tereis uma santa assembleia, jejuareis e oferecereis ao Senhor um sacrifício pelo fogo. 34b No dia quinze deste sétimo mês, começa a festa das Tendas, que dura sete dias, em honra do Senhor. 35 No primeiro dia haverá uma santa assembleia e não fareis nenhum trabalho servil. 36 Durante sete dias oferecereis ao Senhor sacrifícios pelo fogo. No oitavo dia tereis uma santa assembleia, e oferecereis ao Senhor um sacrifício pelo fogo. É dia de reunião festiva: não fareis nenhum trabalho servil. 37 Estas são as solenidades do Senhor, nas quais convocareis santas assembleias para oferecer ao Senhor sacrifícios pelo fogo, holocaustos e oblações, vítimas e

quinta-feira, 31 de julho de 2025

Santo Inácio de Loyola – O Peregrino de Deus e Fundador dos Jesuítas


Santo Inácio de Loyola, nascido em 1491 no País Basco, Espanha, foi um dos grandes santos reformadores da Igreja no século XVI e fundador da Companhia de Jesus – os Jesuítas –, uma das ordens religiosas mais influentes da história da Igreja Católica. Sua vida foi marcada por uma profunda conversão, discernimento espiritual e pela dedicação total ao serviço de Deus e da salvação das almas.

Juventude e Conversão

Inicialmente, Inácio se chamava Íñigo López de Loyola e levava uma vida mundana, voltada às armas, à honra e ao serviço à corte. Em 1521, durante uma batalha em Pamplona, foi gravemente ferido por uma bala de canhão que lhe destroçou a perna. Forçado a um longo período de convalescença, Inácio teve contato apenas com dois livros: a vida de Cristo e a vida dos santos. Essa leitura transformou seu coração. A vaidade e os sonhos de glória militar deram lugar a um desejo ardente de imitar Jesus e os

Liturgia diária

 

31 de julho de 2025 – Memória de Santo Inácio de Loyola

Leitura I: Êxodo 40,16‑21.34‑38 

Leitura do Livro do Êxodo

Naqueles dias, 16 Moisés fez tudo o que o Senhor lhe havia ordenado. 17 No primeiro mês do segundo ano, no primeiro dia do mês, o santuário foi levantado. 18 Moisés levantou o santuário, colocou as bases e as tábuas, assentou as vigas e ergueu as colunas. 19 Estendeu a tenda sobre o santuário, pondo em cima a cobertura da tenda, como o Senhor lhe havia mandado. 20 Depois, tomando o documento da aliança, depositou-o dentro da arca e colocou sobre ela o propiciatório. 21 E, introduzindo a arca no santuário, pendurou diante dela o véu de proteção, como o Senhor tinha prescrito a Moisés. 34 Então a nuvem cobriu a Tenda da Reunião e a glória do Senhor encheu o santuário. 35 Moisés não podia entrar na Tenda da Reunião, porque a nuvem permanecia sobre ela, e a glória do Senhor tomava todo o santuário. 36 Em todas as etapas da viagem, sempre que a nuvem se elevava de cima do santuário, os filhos de Israel punham-se a caminho; 37 e nunca partiam antes que a nuvem se levantasse. 38 Pois, de dia, a nuvem do Senhor repousava sobre o santuário, e de noite aparecia sobre ela um

quarta-feira, 30 de julho de 2025

O significado da vocação matrimonial

 


“Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem.” (Mt 19,6)

O Matrimônio é o Sacramento do Amor entre um homem e uma mulher. Instituído pelo próprio Cristo, o matrimônio é uma íntima comunidade de vida e de amor.
O Livro do Gênesis conta que, após criar o homem, Deus disse: “Não é bom que o homem esteja só; farei para ele alguém que o auxilie e lhe corresponda” (Gn 2,18). E assim aconteceu. Adão e Eva viviam felizes no Paraíso. A glória de Deus é a felicidade do homem, cada pessoa nasceu para ser feliz.

Dificuldades para viver a Doação e o Sacrifício no Matrimônio?

Cristo nos ensina a vocação matrimonial, ou vida conjugal, é a opção em que um homem e uma mulher se escolhem mutuamente e se unem em um relacionamento definitivo. Assim, o casal forma uma família e vive um projeto único; os dois são “uma só carne”, buscam superar as diferenças, amando-se e sendo fecundos.
Para ser feliz no matrimônio, cada pessoa deve conhecer a si, suas próprias limitações e habilidades. É necessário também que conheça a pessoa que construirá consigo o projeto matrimonial que durará a vida toda. Para isso, é necessário saber escolher.

Liturgia diaria



30 de julho de 2025 – Quarta‑feira da 17ª Semana do Tempo Comum


Leitura I: Êxodo 34,29‑35

Leitura do Livro do Êxodo

29 Quando Moisés desceu da montanha do Sinai, trazendo nas mãos as duas tábuas da aliança, não sabia que a pele do seu rosto resplandecia por ter falado com o Senhor. 30 Aarão e os filhos de Israel, vendo o rosto de Moisés resplandecente, tiveram medo de se aproximar. 31 Então Moisés os chamou, e tanto Aarão como os chefes da comunidade foram para junto dele. E, depois que lhes falou, 32 todos os filhos de Israel também se aproximaram dele, e Moisés transmitiu-lhes todas as ordens que tinha recebido do Senhor no monte Sinai. 33 Quando Moisés acabou de lhes falar, cobriu o rosto com um véu. 34 Todas as vezes que Moisés se apresentava ao Senhor, para falar com ele, retirava o véu, até a hora de sair; depois saía e dizia aos filhos de Israel tudo o que lhe tinha sido ordenado. 35 E eles viam a pele do rosto de Moisés resplandecer; mas ele voltava a cobrir o rosto com o véu, até o momento em que entrava para falar com o Senhor.

terça-feira, 29 de julho de 2025

A Companhia de Jesus – A Ordem dos Jesuítas

A Companhia de Jesus, também conhecida como Ordem dos Jesuítas, é uma congregação religiosa masculina da Igreja Católica fundada por Santo Inácio de Loyola em 1540. Desde sua origem, a ordem tem como missão central “para a maior glória de Deus” (Ad maiorem Dei gloriam) e o serviço à fé com promoção da justiça. É uma das ordens mais influentes, intelectuais e missionárias da história da Igreja.

Origem e Fundação

Após sua conversão espiritual, Santo Inácio de Loyola peregrinou por vários lugares em busca de uma vida de entrega a Deus. Estudando em Paris, entre 1528 e 1535, ele reuniu um pequeno grupo de companheiros que partilhavam do mesmo ideal: viver para a glória de Deus, servindo a Igreja e os irmãos. Entre esses estavam São Francisco Xavier, Beato Pedro Fabro, e outros quatro.

Em 15 de agosto de 1534, no monte Montmartre, em Paris, esses sete homens fizeram votos de pobreza, castidade e obediência, além da intenção de irem à Terra Santa ou se colocarem à disposição do Papa. Esse pequeno grupo foi a semente da Companhia de Jesus.
A aprovação oficial veio em 27 de setembro de 1540, por meio da bula Regimini militantis Ecclesiae, do Papa Paulo III, que reconheceu oficialmente a ordem. Inácio foi eleito o primeiro Superior Geral da nova congregação.

Liturgia diaria


29 de julho de 2025 – Santos Marta, Maria e Lázaro

Primeira leitura: 1 João 4,7‑16

Leitura da Primeira Carta de São João

7 Caríssimos, amemo-nos uns aos outros, porque o amor vem de Deus e todo aquele que ama nasceu de Deus e conhece Deus. 8 Quem não ama, não chegou a conhecer Deus, pois Deus é amor. 9 Foi assim que o amor de Deus se manifestou entre nós: Deus enviou o seu Filho único ao mundo, para que tenhamos vida por meio dele. 10 Nisto consiste o amor: não fomos nós que amamos a Deus, mas foi ele que nos amou e enviou o seu Filho como vítima de reparação pelos nossos pecados. 11 Caríssimos, se Deus nos amou assim, nós também devemos amar-nos uns aos outros. 12 Ninguém jamais viu a Deus. Se nos amamos uns aos outros, Deus permanece conosco e seu amor é plenamente realizado entre nós. 13 A prova de que permanecemos com ele, e ele conosco, é que ele nos deu o seu Espírito. 14 E nós vimos, e damos testemunho, que o Pai enviou o seu Filho como Salvador do mundo. 15 Todo aquele que proclama que Jesus é o Filho de Deus, Deus permanece com ele, e ele com Deus. 16 E nós conhecemos o amor que Deus tem para conosco, e acreditamos nele. Deus é amor: quem permanece no amor, permanece com Deus, e Deus permanece com ele.

domingo, 27 de julho de 2025

Evangelho do dia,

 

Domingo, 27 de julho – 17º Domingo do Tempo Comum

Leitura (Gn 18,20‑32)

Leitura do Livro do Gênesis

Naqueles dias, 20 O Senhor disse a Abraão: "O clamor contra Sodoma e Gomorra cresceu, e agravou-se muito o seu pecado. 21 Vou descer para verificar se as suas obras correspondem ou não ao clamor que chegou até mim". 22 Partindo dali, os homens dirigiram-se a Sodoma, enquanto Abraão ficou na presença do Senhor. 23 Então, aproximando-se, disse Abraão: "Vais realmente exterminar o justo com o ímpio? 24 Se houvesse cinquenta justos na cidade, acaso iríeis exterminá-los? Não pouparias o lugar por causa dos cinquenta justos que ali vivem? 25 Longe de ti agir assim, fazendo morrer o justo com o ímpio, como se o justo fosse igual ao ímpio. Longe de ti! O juiz de toda a terra não faria justiça?" 26 O Senhor respondeu: "Se eu encontrasse em Sodoma cinquenta justos, pouparia por causa deles a cidade inteira". 27 Abraão prosseguiu dizendo: "Estou sendo atrevido em falar a meu Senhor, eu que sou pó e cinza. 28 Se dos cinquenta justos faltassem cinco, destruirias por causa dos cinco a cidade inteira?" O Senhor respondeu: "Não destruiria, se achasse ali quarenta e cinco justos". 29 Insistiu ainda Abraão e disse: "E se houvesse quarenta?" Ele respondeu: "Por causa dos quarenta, não o faria". 30 Abraão tornou a insistir: "Não se irrite o meu Senhor, se ainda falo. E se houvesse apenas trinta justos?". Ele respondeu: "Também não o faria, se encontrasse trinta". 31 Tornou Abraão a insistir: "Já que me atrevi a falar a meu Senhor, e se houver vinte

sábado, 26 de julho de 2025

São Joaquim e Santa Ana Pais da Virgem Maria, avós de Jesus e modelo de santidade familiar


1. Introdução

São Joaquim e Santa Ana são venerados pela Igreja como os pais da Santíssima Virgem Maria e, portanto, avós de Jesus Cristo. Embora não sejam mencionados nas Sagradas Escrituras, suas histórias foram preservadas por meio da Tradição e de escritos antigos, como o Protoevangelho de Tiago, um texto apócrifo do século II.

A Igreja celebra sua memória no dia 26 de julho, reconhecendo neles o exemplo da fé perseverante, da oração constante e da missão silenciosa, mas grandiosa, de preparar o terreno onde brotaria a flor mais pura da humanidade: Maria, a Mãe do Salvador.

2. Quem foram Joaquim e Ana?

Joaquim era um homem justo, da tribo de Judá, descendente da casa real de Davi.
Ana, também piedosa, era descendente do sacerdote Aarão.
O casal vivia em Jerusalém (ou, segundo algumas tradições, em Nazaré) e era conhecido por sua fidelidade à Lei de Deus, por suas obras de caridade e pelo seu testemunho de oração.
O maior sofrimento de suas vidas era a esterilidade, que naquela época era vista como sinal de

Evangelho do dia,


Sábado, 26 de julho – Santos Joaquim e Ana

Leitura (Eclo 44,1.10‑15)

Leitura do Livro do Eclesiástico

1 Vamos fazer o elogio dos homens famosos, nossos antepassados através das gerações. 10 Estes, são homens de misericórdia; seus gestos de bondade não serão esquecidos. 11 Eles permanecem com seus descendentes; seus próprios netos são a sua melhor herança. 12 A descendência deles mantém-se fiel às alianças, 13 e, graças a eles, também os seus filhos. Sua descendência permanece para sempre, e sua glória jamais se apagará. 14 Seus corpos serão sepultados na paz e seu nome dura através das gerações. 15 Os povos proclamarão a sua sabedoria, e a assembleia vai celebrar o seu louvor.

- Palavra do Senhor.

- Graças a Deus.

sexta-feira, 25 de julho de 2025

São Tiago Maior, Apóstolo de Cristo e Patrono dos Peregrinos


1. Quem foi São Tiago Maior?

São Tiago Maior foi um dos doze apóstolos escolhidos por Jesus Cristo e é considerado uma das figuras mais importantes do início do cristianismo. Seu nome completo, Tiago, filho de Zebedeu, o diferencia de outros personagens bíblicos com o mesmo nome, como Tiago Menor, filho de Alfeu. Ele é chamado de "Maior" não por ser mais importante, mas provavelmente por ter sido chamado antes ou por ser fisicamente mais velho ou alto que o outro Tiago.
Tiago era irmão de João Evangelista, e ambos foram pescadores no Mar da Galileia antes de serem chamados por Jesus. O Senhor os chamou enquanto estavam com seu pai, Zebedeu, consertando redes de pesca. Eles deixaram tudo imediatamente para seguir o Mestre (cf. Mt 4,21-22).

Jesus deu aos dois irmãos o apelido de Boanerges, que significa “filhos do trovão” (Mc 3,17), possivelmente em referência ao seu temperamento forte e apaixonado.

Evangelho do dia


Sexta-feira, 25 de julho – São Tiago, Apóstolo

Leitura (2Cor 4,7‑15)

Leitura da Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios

Irmãos, 7 trazemos esse tesouro em vasos de barro, para que todos reconheçam que este poder extraordinário vem de Deus e não de nós. 8 Somos afligidos de todos os lados, mas não vencidos pela angústia; postos entre os maiores apuros, mas sem perder a esperança; 9 perseguidos, mas não desamparados; derrubados, mas não aniquilados; 10 por toda parte e sempre levamos em nós mesmos os sofrimentos mortais de Jesus, para que também a vida de Jesus seja manifestada em nossos corpos. 11 De fato, nós, os vivos, somos continuamente entregues à morte, por causa de Jesus, para que também a vida de Jesus seja manifestada em nossa natureza mortal. 12 Assim, a morte age em nós, enquanto a vida age em vós. 13 Mas, sustentados pelo mesmo espírito de fé, conforme o que está escrito: "Eu creio e, por isso, falei", nós também cremos e, por isso, falamos, 14 certos de que aquele que ressuscitou o Senhor Jesus nos ressuscitará também com Jesus e nos colocará ao seu lado, juntamente convosco. 15 E tudo isso é por causa de vós, para que a abundância da graça em um número

quinta-feira, 24 de julho de 2025

Quem são os Maronitas? Providência Divina

Uma catequese introdutória com São Charbel

São Charbel Makhluf.

A Igreja Maronita é uma das 23 Igrejas Católicas Orientais que estão em plena comunhão com o Papa e a Igreja de Roma. Sua origem remonta aos primeiros séculos do Cristianismo, especialmente à região da Síria e do Líbano, marcada pela fé fervorosa dos primeiros discípulos de São Maron, um eremita e sacerdote do século IV que vivia em grutas naqueles desertos.

São Maron amava Jesus e buscava seguir Seus ensinamentos com fidelidade; aos poucos, muitos queriam seguir Jesus através do seguimento de São Maron, e assim foram surgindo seus primeiros discípulos. Após sua morte, ele deixou um legado espiritual profundo de amor a Cristo, fidelidade à Doutrina Católica e vida de oração intensa. Esses discípulos formaram uma comunidade unida pela fé, que passou a ser conhecida como “maronita”, e assim eles foram crescendo e se tornaram o que posteriormente passou a ser chamada de Igreja Maronita.

Evangelho do dia


Quinta-feira, 24 de julho – São Sarbélio Makhluf

Leitura (Ex 19,1‑6.16‑20)

Leitura do Livro do Êxodo

1 No dia em que se cumpriam três meses da saída do Egito, Israel chegou ao deserto do Sinai. 2 Partindo de Rafidim, chegaram ao deserto do Sinai, onde acamparam. Israel armou ali suas tendas, defronte da montanha. 9 E o Senhor falou a Moisés: "Virei a ti numa nuvem escura, para que o povo ouça quando falar contigo, e creia sempre em ti". 10 Tendo Moisés transmitido ao Senhor as palavras do povo, O Senhor lhe disse: "Vai ao povo e santifica-os hoje e amanhã. Eles devem lavar as suas vestes, 11 e estar prontos para o terceiro dia, pois nesse dia o Senhor descerá diante de todo o povo sobre a montanha do Sinai". 16 Quando chegou o terceiro dia, ao raiar da manhã, houve trovões e relâmpagos. Uma nuvem espessa cobriu a montanha, e um fortíssimo som de trombetas se fez ouvir. No acampamento o povo se pôs a tremer. 17 Moisés fez o povo sair do acampamento ao encontro de Deus, e eles pararam ao pé da montanha. 18 Todo o monte Sinai fumegava, pois o Senhor descera sobre ele em meio ao fogo. A fumaça subia como de uma fornalha, e todo o monte tremia violentamente. 19 O som da trombeta ia aumentando cada vez mais. Moisés falava e o Senhor lhe respondia através do trovão. 20b O Senhor desceu sobre o monte Sinai e chamou Moisés

quarta-feira, 23 de julho de 2025

A necessidade e a urgência da propagação da Total Consagração a Santíssima.


Amados irmãos e irmãs, todos estamos unidos no amor de Cristo e queremos que Deus seja glorificado e que todos os seus filhos se salvem. Cada qual, de acordo com as suas forças e com o estado de vida inspirado por Deus, tem contribuído para a realização desses desígnios celestes. Nós desejamos e trabalhamos para que Jesus reine no mundo e para que todos se salvem. É preciso, porém, estarmos atentos à vontade de Deus e a sua pedagogia.

Diz São Luís Grignion de Montfort na introdução do Tratado da Verdadeira Devoção: “Foi por meio da Santíssima Virgem que Jesus Cristo veio ao mundo e por meio dela que Ele deve reinar no mundo (T.V.D. 1)”. É, portanto, sabido por todos, que Jesus Cristo vai reinar no mundo e que o “Reinado de Maria” vai ser o meio pelo qual se dará o “Reinado de Jesus”.

Em Fátima, a Santíssima Virgem confirma a profecia de São Luís quando diz “Por fim meu Imaculado Coração triunfará”, e nos indica o meio que a Providência Divina estabeleceu para que aconteça este Triunfo: “Meu filho quer estabelecer no mundo a devoção ao meu Imaculado Coração”. É justamente aqui onde devemos estar atentos, pois a devoção que Jesus

Evangelho do dia


Quarta-feira, 23 de julho Santa Brígida da Suécia

Leitura (Ex 16,1-5.9-15)

Leitura do Livro do Êxodo

1 Toda a comunidade dos filhos de Israel partiu de Elim e chegou ao deserto de Sin, entre Elim e o Sinai, no dia quinze do segundo mês da saída do Egito. 2 A comunidade dos filhos de Israel pôs-se a murmurar contra Moisés e Aarão, no deserto, dizendo: 3 "Quem dera que tivéssemos morrido pela mão do Senhor no Egito, quando nos sentávamos juntos às panelas de carne e comíamos pão com fartura! Por que nos trouxestes a este deserto para matar de fome a toda esta gente?" 4 O Senhor disse a Moisés: "Eu farei chover para vós o pão do céu. O povo sairá diariamente e só recolherá a porção de cada dia a fim de que eu o ponha à prova, para ver se anda ou não na minha lei. 5 No sexto dia, quando prepararem o que tiverem trazido, terão o dobro do que recolhem diariamente". 9 E Moisés disse a Aarão: "Dize a toda a comunidade dos filhos de Israel: 'Apresentai-vos diante do Senhor, pois ele ouviu a vossa murmuração'". 10 Enquanto Aarão falava a toda a comunidade dos filhos de Israel, voltando os olhos para o deserto, eles viram aparecer na nuvem a glória do Senhor. 11 O Senhor falou, então, a Moisés, dizendo: 12 "Eu ouvi as murmurações dos filhos de Israel. Dize-lhes, pois: 'Ao anoitecer, comereis carne, e pela manhã vos fartareis de pão. Assim sabereis que eu sou o Senhor vosso

terça-feira, 22 de julho de 2025

Santa Maria Madalena: A Mulher Transformada pelo Amor e Primeira Testemunha da Ressurreição


Santa Maria Madalena é uma das personagens femininas mais enigmáticas, reverenciadas e também mal compreendidas da tradição cristã. A sua história é um poderoso testemunho da misericórdia divina, da transformação interior e da missão apostólica dada a uma mulher pelo próprio Cristo. A Igreja a reconhece como a "apóstola dos apóstolos", título que reflete seu papel único no anúncio da Ressurreição.

1. Origem e identidade

O nome Maria Madalena vem da cidade de Magdala, situada às margens ocidentais do Mar da Galileia, na região da atual Israel. O título “Madalena” serve para distingui-la de outras Marias do Evangelho.

Ela é mencionada pelos quatro evangelistas e aparece em momentos decisivos do ministério de Jesus. O Evangelho de Lucas (8,2) afirma que Jesus expulsou dela sete demônios, o que é interpretado pela tradição como símbolo de uma profunda libertação espiritual. Essa expressão pode indicar uma cura completa de perturbações físicas, emocionais ou espirituais,

Evangelho do dia


Terça-feira, 22 de julho – Santa Maria Madalena

Leitura do Livro do Cântico dos Cânticos Ct 3,1-4a ou 2 Coríntios 5,14‑17

Eis o que diz a noiva: 1 "Em meu leito, durante a noite, busquei o amor de minha vida: procurei-o, e não o encontrei. 2 Vou levantar-me e percorrer a cidade, procurando pelas ruas e praças, o amor de minha vida: procurei-o, e não o encontrei. 3 Encontraram-me os guardas que faziam a ronda pela cidade. 'Vistes porventura o amor de minha vida?' 4a E logo que passei por eles, encontrei o amor de minha vida".

Ou:

Leitura da Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios (2Cor 5,14-17)

Irmãos, 14 o amor de Cristo nos pressiona, pois julgamos que um só morreu por todos, e que, logo, todos morreram. 15 De fato, Cristo morreu por todos, para que os vivos não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou. 16 Assim, doravante, não conhecemos ninguém conforme a natureza humana. E, se uma vez conhecemos Cristo segundo a carne, agora já não o conhecemos assim. 17 Portanto, se alguém está em Cristo, é uma criatura nova. O mundo velho desapareceu. Tudo agora é novo.

segunda-feira, 21 de julho de 2025

Os quatro temperamentos e nossa vida interior - FLEUMÁTICO

SÃO TOMÁS DE AQUINO ERA FLEUMÁTICO

Características essenciais com relação à excitabilidade: o fleumático não se excita nunca, ou o faz tão só debilmente. A reação é também débil, quando não chega a faltar por completo. As impressões recebidas desaparecem logo e não deixam vestígios em sua alma.

Boas qualidades. — O fleumático trabalha devagar, mas assiduamente, contanto que não se exija dele um esforço intelectual demasiadamente grande. Não se irrita facilmente por insultos, fracassos ou enfermidades. Permanece tranqüilo, sossegado, discreto e criterioso. É sóbrio e tem um bom sentido prático da vida. Não conhece as paixões vivas do sanguíneo, nem as profundas do nervoso, nem as ardentes do colérico. Dir-se-ia que carece por completo de paixões. Sua linguagem é clara, ordenada, justa, positiva; mais do que brilho, tem energia e atrativo.

Evangelho do dia


Segunda-feira, 21 de julho

Leitura (Ex 14,5‑18)

Leitura do Livro do Êxodo

Naqueles dias, 5 foi anunciado ao rei dos egípcios que o povo tinha fugido. Então, mudaram-se contra ele os sentimentos do Faraó e dos seus servos, os quais disseram: "Que fazemos? Como deixamos Israel escapar, privando-nos assim dos seus serviços?" 6 O Faraó mandou atrelar o seu carro e levou consigo o seu povo. 7 Tomou seiscentos carros escolhidos e todos os carros do Egito, com os respectivos escudeiros. 8 O Senhor endureceu o coração do Faraó, rei do Egito, que foi no encalço dos filhos de Israel, enquanto estes tinham saído de braço erguido. 9 Os egípcios perseguiram os filhos de Israel com todos os cavalos e carros do Faraó, seus cavaleiros e seu exército, e encontraram-nos acampados junto do mar, perto de Fiairot, defronte de Beel-Sefon. 10 Como o Faraó se aproximasse, levantando os olhos, os filhos de Israel viram os egípcios às suas costas. Aterrorizados, eles clamaram ao Senhor. 11 E disseram a Moisés: "Foi por não haver sepulturas no Egito que tu nos trouxeste para morrermos no deserto? De que nos valeu ter sido tirados do Egito? 12 Não era isso que te dizíamos lá: 'Deixa-nos em paz servir os egípcios?' Porque era muito melhor servir aos egípcios do que morrer no deserto". 13 Moisés disse ao povo: "Não temais! Permanecei firmes, e vereis o que o Senhor fará hoje para vos salvar; os egípcios que hoje estais vendo, nunca mais os tornareis a ver. 14 O Senhor combaterá por vós, e vós, ficai tranquilos". 15 O Senhor disse a Moisés: "Por que clamas a mim por socorro? Dize aos filhos de Israel que se ponham em marcha. 16 Quanto a ti, ergue a vara, estende o braço sobre o mar e divide-o, para que os filhos de Israel caminhem em

domingo, 20 de julho de 2025

Os quatro temperamentos e nossa vida interior - COLÉRICO

SÃO FRANCISCO DE SALES QUE ERA COLÉRICO

Características essenciais com relação à excitabilidade: o colérico se excita pronta e violentamente. Raciocina num instante. Mas a impressão lhe fica na alma por muito tempo.

Boas qualidades. — Atividade, entendimento agudo, vontade forte, concentração, constância, magnanimidade, liberalidade. Eis aí as excelentes prendas deste temperamento riquíssimo.
Os coléricos (ou belicosos) são apaixonados e voluntariosos. Práticos, desembaraçados, são mais inclinados a obrar do que a pensar. O repouso e a inação repugnam à sua natureza. Sempre estão acariciando o seu espírito com um grande projeto. Apenas acabam de conceber um fim, põem mãos à obra, sem desistir por causa das dificuldades. Entre eles abundam os chefes, os conquistadores, os grandes apóstolos. São homens de governo. Não são daqueles que deixam para amanhã o que deveriam fazer hoje; antes, preferem fazer hoje o que deveriam deixar para amanhã. Se surgem obstáculos e inconvenientes, esforçam-se para os superar e vencer. Apesar do seu ímpeto irascível, quando conseguem reprimi-lo pela virtude, alcançam uma suavidade e doçura da melhor cepa. Tais foram São Jerônimo, Santo Inácio de Loyola e São Francisco de Sales.

Evangelho do dia


20 de julho — 16º Domingo do Tempo Comum (Ano C)

1ª Leitura: Gênesis 18,1‑10a 

Leitura do Livro do Gênesis

Naqueles dias, 1 o Senhor apareceu a Abraão junto ao carvalho de Mambré, quando ele estava sentado à entrada da sua tenda, no maior calor do dia. 2 Levantando os olhos, Abraão viu três homens de pé, perto dele. Assim que os viu, correu ao seu encontro e prostrou-se por terra. 3 E disse: "Meu Senhor, se ganhei tua amizade, peço-te que não prossigas viagem, sem parar junto a mim, teu servo. 4 Mandarei trazer um pouco de água para vos lavar os pés, e descansareis debaixo da árvore. 5 Farei servir um pouco de pão para refazerdes vossas forças, antes de continuar a viagem. Pois foi para isso mesmo que vos aproximastes do vosso servo". Eles responderam: "Faze como disseste". 6

sábado, 19 de julho de 2025

Os quatro temperamentos e nossa vida interior - MELANCÓLICO

SANTA TERESINHA DO MENINO JESUS ERA MELANCÓLICA

Características essenciais com relação à excitabilidade: a do melancólico é débil e difícil ao princípio, mas forte e profunda por repetidas impressões. Sua reação apresenta estes mesmos caracteres. Quanto à duração, pode ser larga. O melancólico não esquece facilmente.

Boas qualidades. — Os melancólicos têm uma sensibilidade menos viva do que a dos sanguíneos, mas mais profunda. São naturalmente inclinados à reflexão, à solidão, ao silêncio, à piedade e vida interior. Compadecem-se facilmente das misérias do próximo, são benfeitores da humanidade, sabem levar a abnegação até o heroísmo, sobretudo ao lado dos enfermos.

Por que o Sábado é Dedicado a Nossa Senhora?


A Igreja Católica, com sua rica espiritualidade e tradição milenar, dedica cada dia da semana a uma devoção específica. O sábado é consagrado à Virgem Maria, Mãe de Jesus, como expressão de amor, confiança e veneração. Essa prática, cultivada desde os primeiros séculos do Cristianismo, se baseia em fundamentos bíblicos, litúrgicos, teológicos e devocionais, que tornam o sábado mariano um tesouro espiritual precioso para os fiéis.

1. O Sábado Santo: Maria, a única que permaneceu fiel

A origem mais profunda da devoção mariana ao sábado está no Sábado Santo, o dia entre a morte de Cristo na cruz (Sexta-feira Santa) e a Sua Ressurreição (Domingo de Páscoa). Nesse dia, todos os discípulos estavam dispersos, com medo e sem esperança. Apenas Maria permaneceu firme.
“A fé de Maria não vacilou. Quando tudo parecia perdido, ela manteve viva a chama da esperança.”
— São João Paulo II

Evangelho do dia


19 de julho — Sábado

1ª Leitura: Êxodo 12,37‑42 

Leitura do Livro do Êxodo

Naqueles dias, 37 os filhos de Israel partiram de Ramsés para Sucot. Eram cerca de seiscentos mil homens a pé, sem contar as crianças. 38 Além disso, uma multidão numerosa subiu com eles, assim como rebanhos consideráveis de ovelhas e bois. 39 Com a massa trazida do Egito fizeram pães ázimos, já que a massa não pudera fermentar, pois foram expulsos do Egito, e não tinham podido esperar, nem preparar provisões para si. 40 A permanência dos filhos de Israel no Egito foi de quatrocentos e trinta anos. 41 No mesmo dia em que se concluíam os quatrocentos e trinta anos, todos os exércitos do Senhor saíram da terra do Egito. 42 Aquela foi uma noite de vigília para o Senhor, quando os fez sair da terra do Egito: essa noite em honra do Senhor deve ser observada por todos os filhos de Israel em todas as suas gerações.

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