terça-feira, 1 de julho de 2025

Redes sociais e fé cristã: um chamado à missão digital no século XXI


O Dia Mundial das Redes Sociais, também conhecido como Social Media Day, comemorado em 30 de junho, é uma data que não pode passar despercebida. Em meio a tantas discussões sobre o assunto em várias áreas do conhecimento, também a Igreja tem olhado para este tema com bastante atenção. Devido à amplitude de abordagens que podem ser tratadas sobre as redes sociais, gostaria de me restringir a uma reflexão sob o ponto de vista da fé cristã.

Começo lembrando que o próprio Papa Leão XIV reconheceu que este tempo de revolução digital será uma preocupação do seu pontificado. Quatro dias depois de sua eleição, ao receber a imprensa mundial, presente em Roma para a cobertura do sepultamento do Papa Francisco e o Conclave, o Santo Padre afirmou: “A comunicação, de fato, não é apenas a transmissão de informações, mas a criação de uma cultura, de ambientes humanos e digitais que se tornam espaços de diálogo e discussão” (Discurso de Leão XIV aos profissionais da imprensa em 12 de maio de 2025). Com essa afirmação do Santo Padre, podemos levantar alguns pontos que nos ajudam a entender formas de lidar melhor com essas mídias, que revolucionaram a maneira de viver do século XXI.

O sofrimento de uma vida sem a Cruz

 



É do Sacrifício de Cristo na Santa Cruz que a Igreja se nutre e se apoia. Sem a Cruz, a Igreja fica raquítica e desnutrida. Quando se retira a Cruz, há uma terrível queda moral e espiritual, que molda os homens para viverem em função de uma ideia de prazer hedônico, cego, pervertido e utilitarista.

A Cruz é o sofrimento com sentido, um sentido divino e transcendente. Afastar-se da Cruz é perder o significado da dor de amor, e portanto, da própria vida humana. A consequência de uma Igreja sem Cruz é o homem desfigurado. Quando nos aproximamos da Cruz tornamos Sagrado o sofrimento, nos disponibilizamos a sofrer por algo que valha a pena, ou que valha a vida. Nosso querido Dom Henrique Soares rezava:

quinta-feira, 12 de junho de 2025

Frei Josué Pereira - 30/05/2025


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A tradição de consagrar-se a Virgem Maria

 

Vivemos em uma sociedade onde, de maneiras diferentes, as pessoas buscam ser corretas, “virtuosas” ou coerentes, vivendo uma vida cheia de ações que são indispensáveis para não serem canceladas . Muitas vezes, esta maneira de ser “correto” é um disfarce de uma sociedade que pratica cada vez mais a discriminação, que é polarizada e radicalista, não aceitando diferenças, mas impondo modelos que devem ser seguidos à risca.

Deus deseja que o homem seja salvo e que venha a possuir a vida eterna após viver uma vida virtuosa que conta com a Graça. Sem exceção, todos os homens são chamados à salvação. Porém, os batizados são chamados a ir além, eles são chamados à santidade. Para isso, é necessário viver com fidelidade e heroísmo o batismo recebido.

A santidade é o objetivo maior de nossa vida e, neste caminho de santidade, nós temos a oportunidade de encontrar meios que nos ajudam a trilhar este caminho. Na vida devota aos santos, encontramos exemplos que são verdadeiros atalhos para chegarmos ao objetivo final de nossa vida: a santidade. Porém, encontramos ainda outra possibilidade, que é a de dedicar-se de uma forma ainda mais precisa, oferecendo sacrifícios em vista deste objetivo maior: a consagração.

quinta-feira, 5 de junho de 2025

Por Que Ter um Crucifixo em Casa?

 


5 Motivos Que Fortalecem Sua Fé e Protegem Sua Família

Se você está buscando uma maneira de trazer paz, proteção espiritual e fortalecer sua fé em Nosso Senhor Jesus Cristo, talvez seja a hora de ter um crucifixo exposto no seu lar.

Mais do que um objeto decorativo, o crucifixo é um sinal sagrado da fé católica, que nos lembra diariamente do amor infinito de Deus e do sacrifício de Jesus pela humanidade.

Neste artigo, você vai descobrir 5 motivos pelos quais ter um crucifixo em casa pode transformar sua vida espiritual e fortalecer sua família.

Pegue uma xícara de chá, relaxe e venha refletir conosco! 

sexta-feira, 22 de novembro de 2024

Como viver bem o Advento? Confira dicas

 



Que o Espírito Santo nos ajude a viver intensamente esse tempo de Graça sem desperdiçarmos absolutamente nada do que Deus tem para nós, seu povo amado. Um bom e Santo Advento!
Estamos nos preparando para o Advento e resolvemos deixar 4 pontos que nos ajudarão a viver bem este tempo único de conversão e de graças. Existe uma ação de Deus toda especial que nos convida à conversão e ao retorno a vida sobre o senhorio de Jesus.

O fato de estarmos esperando a vinda de Jesus nos enche de alegria e esperança, pois sabemos que não seremos decepcionados, Jesus virá e não tardará. Por isso preparemo-nos para recebê-lo em nossos corações.

1 – Renovar nossa entrega de vida a Jesus Cristo
Submetendo todo o nosso ser ao único e verdadeiro Deus sem nenhuma restrição. Aqui se faz necessário renovarmos nossa entrega de vida a Jesus. Percebermos tudo o que em nós não se submete mais ao Evangelho, a mentalidade de Cristo e termos coragem e romper com tudo o que nos rouba do mesmo.

Coragem para romper com o velho. Coragem para iniciar um novo tempo no seguimento de Cristo. Jesus, Senhor do meu corpo, do meu pensar, do meu agir, dos meus relacionamentos e até da minha fraqueza.

quinta-feira, 13 de junho de 2024

QUEM ENCONTROU UM AMIGO, ENCONTROU UM TESOURO!

 


Confira os 15 ensinamentos dos santos sobre a amizade!


Pode ser que muitos de nós sejamos ricos e ainda não nos demos conta. A Palavra de Deus já nos ensinava desde o Antigo Testamento: “Amigo fiel é proteção poderosa, e quem o encontrar, terá encontrado um tesouro. Amigo fiel não tem preço, e o seu valor é incalculável. Amigo fiel é remédio que cura, e os que temem ao Senhor o encontrarão” (Eclo 6,14-16).

Se Jesus, que é Deus, quis precisar de amigos para seguir sua caminhada neste mundo, imagine nós! O ser humano não pode viver como uma ilha. É como afirmou São João Bosco em sua famosa frase: “Deus nos colocou no mundo para os outros”. Uma grande verdade! Inclusive, podemos dizer até que, a partir de Cristo, a amizade tomou um novo sentido, o amigo é aquele que descobriu o valor e a dignidade do irmão, à luz do Evangelho. Essa sincera amizade, no verdadeiro sentido humano e cristão, propagou-se entre os primeiros cristãos refugiados nas catacumbas. A história da Igreja é marcada de exemplos de profundas amizades entre os santos padres, como São Basílio e São Gregório, entre os grandes santos, como São Francisco de Assis e Santa Clara, Santo Ambrósio e Santa Mônica e muitos outros.

Em um de seus belíssimos escritos, São Gregório Nazianzeno, um dos padres da Igreja, escreveu sobre seu amigo São Basílio e nos explicou um pouco como viviam profundamente a amizade: “Encontramo-nos em Atenas. Como o curso de um rio, que partindo da única fonte se divide em muitos braços, Basílio e eu nos tínhamos separado para buscar a sabedoria em diferentes regiões. Mas voltamos a nos reunir como se nos tivéssemos posto de acordo, sem dúvida, porque Deus assim quis.

Leigos: um chamado à santidade


“Ide vós também. A chamada não diz respeito apenas aos Pastores, aos sacerdotes, aos religiosos e religiosas, mas se estende aos fiéis leigos: também os fiéis leigos são pessoalmente chamados pelo Senhor, de quem recebem uma missão para a Igreja e para o mundo.”

É com este trecho da Exortação Apostólica Pós-Sinodal Christifideles Laici, escrita pelo Papa João Paulo II, em que ele fala especialmente da vocação e missão dos leigos na Igreja e no mundo, que desejo começar este texto. Ela nos mostra que, como leigos, também temos um chamado de Deus e um papel importante na sociedade. Infelizmente, nem sempre essa realidade foi clara para mim, assim como ainda não é clara para muitas pessoas.

Ser leiga e santa

Pouco tempo depois de ter a minha experiência pessoal com Jesus, aos 16 anos, e repleta de um desejo ardente de santidade, passei a querer entender qual era a minha vocação e assim concretizá-la, pois sempre ouvia as pessoas comentarem que só assim eu seria feliz e santa.

O problema é que a minha compreensão sobre a santidade e as vocações era precipitada. Como via muitas imagens e histórias de santos que eram religiosos e religiosas, passei a achar que para ser santa precisava ser freira. Por um curto período, isso me satisfez. Mas conforme eu ia amadurecendo na fé, ainda havia um forte incômodo no meu coração de que esta ainda não era a resposta de Deus.

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