sexta-feira, 4 de julho de 2025

Evangelho do dia



04 de julho de 2025 – Sexta-feira da XIII Semana do Tempo Comum, memória de Santa Isabel de Portugal

1ª Leitura – Gênesis 23,1‑4.19‑24,1‑8.62‑67

Leitura do Livro do Gênesis

1 Sara viveu cento e vinte e sete anos, 2 e morreu em Cariat Arbe, que é Hebron, em Canaã. Abraão veio fazer luto por Sara e chorá-la. 3 Depois levantou-se de junto da morta e falou aos hititas: 4 "Sou um estrangeiro e hóspede no vosso meio.

quinta-feira, 3 de julho de 2025

Papa Leão XIV aos jovens: “respondam com entusiasmo ao Senhor”

 


Refletindo sobre parábola dos operários da vinha (Mt 20,1-16), Pontífice destaca generosidade de Deus, que sempre sai ao encontro de quem O espera.

Na Audiência Geral desta quarta-feira, 4, o Papa Leão XIV prosseguiu com o ciclo de catequeses sobre as parábolas do Evangelho, em consonância com o tema “Jesus, nossa esperança” – proposto pelo Papa Francisco por ocasião do Jubileu 2025.
O Pontífice refletiu sobre a parábola dos operários da vinha, que aguardavam que alguém os contratasse (Mt 20,1-16). No início de sua fala, apontou que a metáfora da praça do mercado é adequada aos dias atuais, pois se trata de um local de negócios, onde se compram e vendem também o afeto e a dignidade na tentativa de ganhar algo.

SÃO TOMÉ APÓSTOLO E SUA INCREDULIDADE


Hoje, a Igreja celebra a memória de São Tomé Apóstolo, um dos doze escolhidos por Cristo, conhecido por muitos como o "apóstolo incrédulo". No entanto, quando olhamos mais atentamente para a vida e o episódio narrado no Evangelho de João (Jo 20, 24-29), percebemos que Tomé representa muito mais do que dúvida — ele representa o coração humano em busca da verdade e a sinceridade de quem não tem medo de expor suas fragilidades.

Após a morte de Jesus, os discípulos estavam reunidos quando o Ressuscitado lhes apareceu. Trouxe paz aos seus corações, mostrou as chagas e os enviou em missão. Mas Tomé não estava presente. Quando lhe contaram que viram o Senhor, sua reação foi de incredulidade. Disse ele:
"Se eu não vir a marca dos pregos em suas mãos, se eu não colocar o meu dedo no lugar dos pregos e a minha mão no seu lado, não acreditarei." (Jo 20, 25)

Evangelho do dia




03 de julho de 2025 – Festa de São Tomé, Apóstolo

1ª Leitura – Efésios 2,19‑22

Leitura da Carta de São Paulo aos Efésios

Irmãos, 19 já não sois mais estrangeiros nem migrantes, mas concidadãos dos santos. Sois da família de Deus. 20 Vós fostes integrados no edifício que tem como fundamento os apóstolos e os profetas, e o próprio Jesus Cristo como pedra principal. 21 É nele que toda a construção se ajusta e se eleva para formar um templo Santo no Senhor. 22 E vós também sois integrados nesta construção, para vos tornardes morada de Deus pelo Espírito.

quarta-feira, 2 de julho de 2025

EVANGELHO DO DIA

 



02 de julho de 2025 – Quarta-feira da XIII Semana do Tempo Comum

1ª Leitura – Gênesis 21,5.8‑20

5 Abraão tinha cem anos quando lhe nasceu o filho Isaac. 8 Entretanto, o menino cresceu e foi desmamado; e no dia em que o menino foi desmamado, Abraão deu um grande banquete. 9 Sara, porém, viu o filho que a egípcia Agar dera a Abraão brincando com Isaac. 10 E disse a

terça-feira, 1 de julho de 2025

Redes sociais e fé cristã: um chamado à missão digital no século XXI


O Dia Mundial das Redes Sociais, também conhecido como Social Media Day, comemorado em 30 de junho, é uma data que não pode passar despercebida. Em meio a tantas discussões sobre o assunto em várias áreas do conhecimento, também a Igreja tem olhado para este tema com bastante atenção. Devido à amplitude de abordagens que podem ser tratadas sobre as redes sociais, gostaria de me restringir a uma reflexão sob o ponto de vista da fé cristã.

Começo lembrando que o próprio Papa Leão XIV reconheceu que este tempo de revolução digital será uma preocupação do seu pontificado. Quatro dias depois de sua eleição, ao receber a imprensa mundial, presente em Roma para a cobertura do sepultamento do Papa Francisco e o Conclave, o Santo Padre afirmou: “A comunicação, de fato, não é apenas a transmissão de informações, mas a criação de uma cultura, de ambientes humanos e digitais que se tornam espaços de diálogo e discussão” (Discurso de Leão XIV aos profissionais da imprensa em 12 de maio de 2025). Com essa afirmação do Santo Padre, podemos levantar alguns pontos que nos ajudam a entender formas de lidar melhor com essas mídias, que revolucionaram a maneira de viver do século XXI.

O sofrimento de uma vida sem a Cruz

 



É do Sacrifício de Cristo na Santa Cruz que a Igreja se nutre e se apoia. Sem a Cruz, a Igreja fica raquítica e desnutrida. Quando se retira a Cruz, há uma terrível queda moral e espiritual, que molda os homens para viverem em função de uma ideia de prazer hedônico, cego, pervertido e utilitarista.

A Cruz é o sofrimento com sentido, um sentido divino e transcendente. Afastar-se da Cruz é perder o significado da dor de amor, e portanto, da própria vida humana. A consequência de uma Igreja sem Cruz é o homem desfigurado. Quando nos aproximamos da Cruz tornamos Sagrado o sofrimento, nos disponibilizamos a sofrer por algo que valha a pena, ou que valha a vida. Nosso querido Dom Henrique Soares rezava:

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