Santo Agostinho fala sobre as tentações presentes em I João 2, 16, referindo-se à última delas neste ponto: a soberba da vida. Deus é o dominador, acima do qual não há qualquer outro. Ele deve ser temido e amado sobre todos e acima de tudo.
É conveniente que alguns homens sejam amados e temidos, em função de determinados deveres sociais, mas se alguém deposita a sua alegria em ser amado e temido, isso Deus reprovará, não consistindo neste regozijo a verdadeira alegria. É vaidade! “Deus resiste aos soberbos, mas dá a sua graça aos humildes.”







