Muitos já perguntaram para alguém: “É fácil ser santo?” ou, quem sabe, muitos já se perguntaram: “Será que eu consigo ser santo?”. Para respondermos essas perguntas, a primeira carta de Pedro nos ensina duas coisas, a saber. Primeiro: todos somos convocados à santidade; Segundo: claro que não é fácil ser santo. E se fosse fácil, não seria santidade. A santidade supõe um exercício diário de renúncias e pequenos sacrifícios.
É preciso morrer para as más inclinações. É necessário morrer para a vaidade, para a prepotência, para o orgulho e para a concupiscência. É necessário morrer para a mentira! Isso nos custa muito e exige de nós fé na graça de Deus.
Necessitamos da luz do Divino Espírito Santo, da intercessão maternal de Nossa Senhora, do testemunho dos Santos e da proteção dos Santos Anjos da Guarda. Precisamos da presença da Igreja, da ajuda da família e dos amigos. A santidade é fruto da graça de Deus e do esforço de cada um. É buscando a santidade que nos tornamos verdadeiramente felizes e realizados! Vale a pena dizer ainda mais uma palavra.







