quarta-feira, 16 de julho de 2025

Evangelho do dia



16 de julho — Quarta-feira — Nossa Senhora do Carmo

Primeira leitura (Zc 2,14-17):

Leitura do profeta Zacarias: 

14“Rejubila, alegra-te, cidade de Sião, eis que venho para habitar no meio de ti, diz o Senhor. 15Muitas nações se aproximarão do Senhor, naquele dia, e serão o seu povo. Habitarei no meio de ti, e saberás que o Senhor dos exércitos me enviou a ti. 16O Senhor entrará em posse de Judá, como sua porção na terra santa, e escolherá de novo Jerusalém. 17Emudeça todo mortal diante do Senhor, ele acaba de levantar-se de sua santa habitação”.

terça-feira, 15 de julho de 2025

15 de Julho dia de São Boaventura, o "Doutor Seráfico"


São Boaventura, também conhecido como o "Doutor Seráfico", foi uma das figuras mais brilhantes e influentes da Igreja Católica na Idade Média. Nascido por volta do ano 1217, em Bagnoregio, na Itália, recebeu o nome de batismo Giovanni di Fidanza. Segundo a tradição, ainda criança, foi curado de uma grave enfermidade por intercessão de São Francisco de Assis. Mais tarde, ao ingressar na Ordem Franciscana, adotou o nome Boaventura, que significa "boa ventura", ou seja, boa sorte ou feliz destino.
Como frade franciscano, destacou-se por sua profunda espiritualidade, sabedoria e equilíbrio. Estudou na Universidade de Paris, onde foi aluno e depois colega de Santo Tomás de Aquino. Sua inteligência brilhante e sua vida virtuosa logo o tornaram uma referência dentro da ordem

Novena de Nossa Senhora do Carmo 9º DIA


Novena de Nossa Senhora do Carmo


Supliquemos a intercessão de Nossa Senhora do Carmo, para que o desânimo não venha nos abater.

9°dia da Novena de Nossa Senhora do Carmo

Rezar a Antífona

Antífona de todos os dias:

Evangelho do dia


15 de julho — Terça-feira

1ª Leitura: Êxodo 2,1‑15a 

Leitura do Livro do Êxodo

Naqueles dias, 1 um homem da família de Levi casou-se com uma mulher da mesma tribo, 2 e ela concebeu e deu à luz um filho. Ao ver que era um belo menino, manteve-o escondido durante três meses. 3 Mas não podendo escondê-lo por mais tempo, tomou uma cesta de junco, calafetou-a com betume e piche, pôs dentro dela a criança e deixou-a entre os caniços na margem do rio Nilo. 4 A irmã do menino ficou a certa distância para ver o que ia acontecer. 5 A filha do Faraó desceu para se banhar no rio, enquanto suas companheiras passeavam pela margem. Vendo, então, a cesta no meio dos caniços, mandou uma das servas apanhá-la. 6 Abrindo a cesta, viu a criança: era um menino, que chorava. Ela compadeceu-se dele e disse: "É um menino dos hebreus". 7 A irmã do menino disse, então, à filha do Faraó: "Queres que te vá chamar uma mulher hebreia, que possa amamentar o menino?" 8 A filha do Faraó respondeu: "Vai". E a menina foi e chamou a mãe do menino. 9 A filha do Faraó disse à

segunda-feira, 14 de julho de 2025

Católicos Não "Ficam", Namoram e casam.


Por; Edson Ferreira

Estamos vivendo em um mundo tão imoral, onde a cultura do descartável é tão normal quanto ir ao banheiro. Vemos tantos jovens e adultos que são tão afetados e traumatizados em sua afetividade por causa de outras pessoas tão afetadas quanto elas mesmas.

Vemos um mundo onde o “ficar” é algo normal para todos, que você sair e “ficar” com vários é tranquilo, tanto para homens quanto para mulheres, tem uma certa disputa para ver quem “pega” mais. Como se fosse uma folha de papel onde vc pega amassa joga fora e vem outro desamassa pega e amassa de novo e joga fora novamente, é assim vai em uma rotatividade sem fim e muitas vezes sem freio.
Mas essas pessoas não pensam no que realmente é esse “FICAR”, e o que ele pode causar em suas vidas e nas vidas dos com que elas ficam. 

O significado da aliança de casamento e sua sacralidade

 

O Direito Canônico define o matrimônio como “a aliança matrimonial, pela qual o homem e a mulher constituem entre si uma íntima comunhão de vida toda (consortium totius vitae), que é ordenada por sua índole natural ao bem dos cônjuges e à geração e educação da prole, elevada, nos batizados, a sacramento” (cf. Cân. 1055 § 1). Podemos afirmar que o matrimônio é “sacramento de aliança”, é a explicitação da aliança entre homem e mulher e do casal com Deus. Grande é o desejo cristão para que se viva bem este sacramento que Paulo fez uma perfeita analogia: “E vós, maridos, amai as vossas mulheres, como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela” (cf. Ef 5,25).
No livro do Gênesis (1,26), lemos que Deus criou o ser humano à Sua imagem e semelhança. O versículo 27 ressalta que: “homem e mulher” o criou. Em Gn 2,18, acrescenta-se que: “não é bom que o homem esteja só”, criou Deus a mulher reconhecida por Adão, ao dizer: “Esta sim é osso dos meus ossos e carne da minha carne!”. Em Gn 2,24, Deus une o casal: “O homem deixará pai e mãe e se unirá a sua mulher e se tornarão uma só carne”. Existe, na criação, uma conexão entre Deus e o ser humano, homem e mulher.

Santos ou nada: a busca pela santidade na vida cotidiana

 

“Sede Santos porque Eu sou Santo“! (1Pd 1,16)

Muitos já perguntaram para alguém: “É fácil ser santo?” ou, quem sabe, muitos já se perguntaram: “Será que eu consigo ser santo?”. Para respondermos essas perguntas, a primeira carta de Pedro nos ensina duas coisas, a saber. Primeiro: todos somos convocados à santidade; Segundo: claro que não é fácil ser santo. E se fosse fácil, não seria santidade. A santidade supõe um exercício diário de renúncias e pequenos sacrifícios.

É preciso morrer para as más inclinações. É necessário morrer para a vaidade, para a prepotência, para o orgulho e para a concupiscência. É necessário morrer para a mentira! Isso nos custa muito e exige de nós fé na graça de Deus.

Necessitamos da luz do Divino Espírito Santo, da intercessão maternal de Nossa Senhora, do testemunho dos Santos e da proteção dos Santos Anjos da Guarda. Precisamos da presença da Igreja, da ajuda da família e dos amigos. A santidade é fruto da graça de Deus e do esforço de cada um. É buscando a santidade que nos tornamos verdadeiramente felizes e realizados! Vale a pena dizer ainda mais uma palavra.

Evangelho do dia


14 de julho — Segunda-feira (Semana XV, Ano C)

1ª Leitura: Êxodo 1,8‑14;22
 
Leitura do Livro do Êxodo

Naqueles dias, 8 surgiu um novo rei no Egito, que não tinha conhecido José, 9 e disse ao seu povo: "Olhai como o povo dos filhos de Israel é mais numeroso e mais forte do que nós. 10 Vamos agir com prudência em relação a ele, para impedir que continue crescendo e, em caso de guerra, se una aos nossos inimigos, combata contra nós e acabe por sair do país". 11 Estabeleceram inspetores de obras, para que o oprimissem com trabalhos penosos; e foi assim que ele construiu para o Faraó as cidades-entrepostos Pitom e Ramsés. 12 Mas, quanto mais o oprimiam, tanto mais se multiplicava e crescia. 13 Obcecados pelo medo dos filhos de Israel, os egípcios impuseram-lhes uma dura escravidão. 14 E tornaram-lhes a vida amarga pelo pesado trabalho da preparação do barro e dos tijolos, com toda a espécie de trabalhos dos campos e outros serviços que os levavam a fazer à força. 22 O Faraó deu esta ordem a todo o seu povo: "Lançai ao rio Nilo todos os meninos hebreus recém-nascidos, mas poupai a vida das meninas".

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