quinta-feira, 17 de julho de 2025

Evangelho do dia



17 de julho — Quinta-feira

1ª Leitura: Êxodo 3,13‑20 

Leitura do Livro do Êxodo

Naqueles dias, ouvindo a voz do Senhor do meio da sarça, 13 Moisés disse a Deus: "Sim, eu irei aos filhos de Israel e lhes direi: 'O Deus de vossos pais enviou-me a vós'. Mas, se eles perguntarem: 'Qual é o seu nome?' o que lhes devo responder?" 14 Deus disse a Moisés: "Eu sou aquele que sou". E acrescentou: "Assim responderás aos filhos de Israel: 'Eu sou enviou-me a vós'". 15 E Deus disse ainda a Moisés: "Assim dirás aos filhos de Israel: 'O Senhor, o Deus de vossos pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó, enviou-me a vós'. Este é o meu nome para sempre, e assim serei lembrado de geração em geração. 16 Vai, reúne os anciãos de Israel e dize-lhes: 'O Senhor, o Deus de vossos pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó, apareceu-me, dizendo: Eu vos visitei e vi tudo o que vos sucede no Egito. 17 E decidi tirar-vos da opressão do Egito e conduzir-vos à terra dos cananeus, dos

quarta-feira, 16 de julho de 2025

16 de julho dia de Nossa Senhora do Carmo


Os primeiros monges 

Os primeiros carmelitas, em fins do século XII depois de Cristo (mais de dois mil anos depois da vida do profeta Elias), decidiram formar uma comunidade no Monte Carmelo. O Monte Carmelo é conhecidíssimo pela sua beleza, o nome significa “jardim”. Os primeiros monges eram cavaleiros cruzados, que cansados da violência e injustiça daquelas guerras para conquistar a Terra Santa das mãos dos mouros, ali se refugiaram, sedentos de uma vida mais autenticamente evangélica.
Atraídos ao Monte Carmelo, pela fama e tradição do profeta Elias, ali fundaram uma capela e em torno dela construíram seus quartos ou “celas”. Isto foi por volta de 1155. Dedicaram-se a uma vida de penitência e reparação pelos abusos dos cruzados; exercitaram-se na prática da oração e união com Deus e a trabalhos manuais. Escolheram Elias como Pai Espiritual e exemplo de vida monástica de oração e testemunho Profético em meio a um mundo dominado pelas injustiças.

Evangelho do dia



16 de julho — Quarta-feira — Nossa Senhora do Carmo

Primeira leitura (Zc 2,14-17):

Leitura do profeta Zacarias: 

14“Rejubila, alegra-te, cidade de Sião, eis que venho para habitar no meio de ti, diz o Senhor. 15Muitas nações se aproximarão do Senhor, naquele dia, e serão o seu povo. Habitarei no meio de ti, e saberás que o Senhor dos exércitos me enviou a ti. 16O Senhor entrará em posse de Judá, como sua porção na terra santa, e escolherá de novo Jerusalém. 17Emudeça todo mortal diante do Senhor, ele acaba de levantar-se de sua santa habitação”.

terça-feira, 15 de julho de 2025

15 de Julho dia de São Boaventura, o "Doutor Seráfico"


São Boaventura, também conhecido como o "Doutor Seráfico", foi uma das figuras mais brilhantes e influentes da Igreja Católica na Idade Média. Nascido por volta do ano 1217, em Bagnoregio, na Itália, recebeu o nome de batismo Giovanni di Fidanza. Segundo a tradição, ainda criança, foi curado de uma grave enfermidade por intercessão de São Francisco de Assis. Mais tarde, ao ingressar na Ordem Franciscana, adotou o nome Boaventura, que significa "boa ventura", ou seja, boa sorte ou feliz destino.
Como frade franciscano, destacou-se por sua profunda espiritualidade, sabedoria e equilíbrio. Estudou na Universidade de Paris, onde foi aluno e depois colega de Santo Tomás de Aquino. Sua inteligência brilhante e sua vida virtuosa logo o tornaram uma referência dentro da ordem

Novena de Nossa Senhora do Carmo 9º DIA


Novena de Nossa Senhora do Carmo


Supliquemos a intercessão de Nossa Senhora do Carmo, para que o desânimo não venha nos abater.

9°dia da Novena de Nossa Senhora do Carmo

Rezar a Antífona

Antífona de todos os dias:

Evangelho do dia


15 de julho — Terça-feira

1ª Leitura: Êxodo 2,1‑15a 

Leitura do Livro do Êxodo

Naqueles dias, 1 um homem da família de Levi casou-se com uma mulher da mesma tribo, 2 e ela concebeu e deu à luz um filho. Ao ver que era um belo menino, manteve-o escondido durante três meses. 3 Mas não podendo escondê-lo por mais tempo, tomou uma cesta de junco, calafetou-a com betume e piche, pôs dentro dela a criança e deixou-a entre os caniços na margem do rio Nilo. 4 A irmã do menino ficou a certa distância para ver o que ia acontecer. 5 A filha do Faraó desceu para se banhar no rio, enquanto suas companheiras passeavam pela margem. Vendo, então, a cesta no meio dos caniços, mandou uma das servas apanhá-la. 6 Abrindo a cesta, viu a criança: era um menino, que chorava. Ela compadeceu-se dele e disse: "É um menino dos hebreus". 7 A irmã do menino disse, então, à filha do Faraó: "Queres que te vá chamar uma mulher hebreia, que possa amamentar o menino?" 8 A filha do Faraó respondeu: "Vai". E a menina foi e chamou a mãe do menino. 9 A filha do Faraó disse à

segunda-feira, 14 de julho de 2025

Católicos Não "Ficam", Namoram e casam.


Por; Edson Ferreira

Estamos vivendo em um mundo tão imoral, onde a cultura do descartável é tão normal quanto ir ao banheiro. Vemos tantos jovens e adultos que são tão afetados e traumatizados em sua afetividade por causa de outras pessoas tão afetadas quanto elas mesmas.

Vemos um mundo onde o “ficar” é algo normal para todos, que você sair e “ficar” com vários é tranquilo, tanto para homens quanto para mulheres, tem uma certa disputa para ver quem “pega” mais. Como se fosse uma folha de papel onde vc pega amassa joga fora e vem outro desamassa pega e amassa de novo e joga fora novamente, é assim vai em uma rotatividade sem fim e muitas vezes sem freio.
Mas essas pessoas não pensam no que realmente é esse “FICAR”, e o que ele pode causar em suas vidas e nas vidas dos com que elas ficam. 

O significado da aliança de casamento e sua sacralidade

 

O Direito Canônico define o matrimônio como “a aliança matrimonial, pela qual o homem e a mulher constituem entre si uma íntima comunhão de vida toda (consortium totius vitae), que é ordenada por sua índole natural ao bem dos cônjuges e à geração e educação da prole, elevada, nos batizados, a sacramento” (cf. Cân. 1055 § 1). Podemos afirmar que o matrimônio é “sacramento de aliança”, é a explicitação da aliança entre homem e mulher e do casal com Deus. Grande é o desejo cristão para que se viva bem este sacramento que Paulo fez uma perfeita analogia: “E vós, maridos, amai as vossas mulheres, como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela” (cf. Ef 5,25).
No livro do Gênesis (1,26), lemos que Deus criou o ser humano à Sua imagem e semelhança. O versículo 27 ressalta que: “homem e mulher” o criou. Em Gn 2,18, acrescenta-se que: “não é bom que o homem esteja só”, criou Deus a mulher reconhecida por Adão, ao dizer: “Esta sim é osso dos meus ossos e carne da minha carne!”. Em Gn 2,24, Deus une o casal: “O homem deixará pai e mãe e se unirá a sua mulher e se tornarão uma só carne”. Existe, na criação, uma conexão entre Deus e o ser humano, homem e mulher.

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