terça-feira, 8 de novembro de 2016

Missa São Justino

MISSA DE SÃO JUSTINO
SEC II ANO 155

“No chamado dia do Sol, reúnem-se em um mesmo lugar todos os que moram nas cidades ou nos campos. Lêem-se as memórias dos apóstolos ou os escritos dos profetas, na medida que o tempo permite. Terminada a leitura, aquele que preside toma a palavra para aconselhar e exortar os presentes à imitação de tão sublimes ensinamentos. Depois, levantamo-nos todos juntos e elevamos as nossas preces; como já dissemos acima, ao acabarmos de rezar, apresentam-se pão, vinho e água.

Oração de São João Paulo II

ORAÇÃO DE SÃO JOÃO PAULO II PARA CONSAGRAR O MUNDO A MARIA


Por; Prof. Felipe Aquino
Assim como o Papa João Paulo II consagrou o mundo a Maria, consagremos hoje nossa vida a Ela!
Oração:
«Ó Mãe dos homens e dos povos, vós que conheceis todos os seus sofrimentos e as suas esperanças, vós que sentis maternalmente todas as lutas entre o bem e o mal, entre a luz e as trevas que abalam o mundo contemporâneo, acolhei o nosso clamor que, movidos pelo Espírito Santo, elevamos diretamente ao vosso coração. Abraçai, com amor de Mãe e de Serva do Senhor, esse nosso mundo, o qual vos confiamos e consagramos, cheios de inquietude pela sorte terrena e eterna dos homens e dos povos.

Evangelho do dia

Evangelho (Lc 17,7-10)
†Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo +segundo Lucas.

Naquele tempo, disse Jesus: 7“Se algum de vós tem um empregado que trabalha a terra ou cuida dos animais, por acaso vai dizer-lhe, quando ele volta do campo: ‘Vem depressa para a mesa?’ 8Pelo contrário, não vai dizer ao empregado: ‘Prepara-me o jantar, cinge-te e serve-me, enquanto eu como e bebo; depois disso poderás comer e beber?’ 9Será que vai agradecer ao empregado, porque fez o que lhe havia mandado? 10Assim também vós: quando tiverdes feito tudo o que vos mandaram, dizei: ‘Somos servos inúteis; fizemos o que devíamos fazer’”.

— Palavra da Salvação.

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Ser esposa de Cristo?

Ser esposa de Cristo

Por; Edson Ferreira
Muitas moças pensam em casar, ter filhos, ter sua casa, e é muitas vezes o casamento, o maior sonho delas. Fazer feliz seu marido e assim ser feliz também.
Mas também tem inúmeras moças, que desejam ser esposas, mas esposa de Cristo, e fazê-Lo feliz e assim ser feliz com Ele. "Felizes as almas que se consomem no serviço da Igreja." (Santa Teresa dos Andes). Consomem sua vida com o Amado e para o Amado, servindo a Igreja com sua vida.

Aparições

Por que a Igreja demora para aprovar as aparições de Nossa Senhora?


Essa é uma pergunta feita por Paulo Leandro, Lagoa da Canoa (AL), e apresento uma explicação detalhada do porquê isso ocorre.
Olá Paulo, tudo em paz? Obrigado por mandar sua pergunta. Vamos refletir um pouco sobre este assunto tão delicado que é o das aparições de Nossa Senhora. Começamos reconhecendo que a Igreja, ao longo dos séculos, aprendeu a respeitar aqueles e aquelas que, nas suas devoções particulares, expressaram de algum modo um relacionamento muito íntimo com a Mãe de Jesus.

Intolerância Religiosa

Os católicos e a intolerância religiosa

Uma reflexão genuinamente católica sobre “intolerância religiosa”, escrita por um bispo e membro da Academia Brasileira de Letras.


Neste ano de 2016, o Exame Nacional do Ensino Médio formulou como proposta de redação o tema "Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil". Embora ciente do viés notavelmente tendencioso com que o assunto foi apresentado, a pretensão de nossa equipe é contribuir sinceramente com esse debate, oferecendo uma reflexão genuinamente católica a esse respeito.

Testemunho

De roqueira punk e ateísta, à Freira.


A irmã Theresa Aletheia Noble, hoje religiosa católica, foi ateia quando mais jovem. Ela pede a Deus que livre a Igreja do risco de virar um “clubinho para acostumados”, um círculo de “iniciados” que se julgam católicos mais pela rotina e pela inércia do que por uma convicção de coração, renovada conscientemente todos os dias, apesar das dúvidas e perplexidades que surgem o tempo todo no caminho das pessoas que sinceramente procuram a Verdade.

Ela mesma conta a sua história:

De roqueira punk a religiosa católica

Quando eu era pequena, adorava ler novelas de aventura, tocar violino e escrever contos de fadas. Depois virei roqueira punk e ateia. Em seguida, resolvi adotar o estilo de vida vegetariano e me engajar como ativista dos direitos dos animais. Quando terminei a faculdade, fui dar aulas em bairros pobres. A seguir, trabalhei numa fazenda. Depois disso – milagre! – comecei a acreditar em Deus, em Jesus, e me tornei católica. Finalmente, para surpresa de todos (inclusive minha), me tornei religiosa.

Quando ando agora pelas ruas vestindo o hábito de freira, alguns me veem como uma representação da Igreja-instituição; outros como alguém que vive à margem da sociedade; outros, ainda, como uma excêntrica; e outros, por fim, enxergam o amor.

De certa forma, eu sou tudo isso.

É como se o meu passado e o meu presente não estivessem numa fusão completa de um no outro. Alguns aspectos da minha vida se fundiram, sim, mas outros não. E, no fim, o resultado é um belo mosaico vivo!

Eu me pergunto, de vez em quando, se o meu lugar é no grupo que eu chamo de “acostumados” da Igreja. Será que vou acabar virando uma fariseia? Será que já não sou assim, um pouco? Vou continuar a lutar com honestidade pela minha fé, encarando de frente as minhas dúvidas, ou vou fugir desse confronto sincero, preferindo buscar o conforto, o conformismo, a rotina, a facilidade e uma sensação (falsa) de bem-estar? Será que me ajusto mais ao comportamento das pessoas que estão ao meu redor ou ao comportamento de Cristo? Depois de renunciar à vida “mundana”, será que vou me tornar uma religiosa “medíocre”?

Eu não joguei o meu passado no lixo

Eu me considero uma “ex-ateia”, mas as coisas não são assim tão simplórias. De certa forma, estou sempre em sintonia com as várias facetas que a minha personalidade já pôde ter – e espero que isso não mude. A maioria das pessoas espera que eu sinta vergonha do meu passado. Mas a única coisa que me envergonha é o jeito que eu tinha de não amar a Deus e o meu próximo. Não tenho vergonha dos meus questionamentos, das minhas lutas internas, da minha procura pelo absoluto. Não tenho vergonha de ter um lado excêntrico e de ter batido a cabeça nessa busca, de ser um pouco estranha e rebelde. Eu não joguei o meu passado no lixo.

O exemplo de São Paulo

Eu acho importante que nós vejamos o nosso pecado da forma como Deus o vê. Ele conhece com precisão os defeitos que nos levaram a pecar, mas que, trabalhados pela abnegação, também se tornam as qualidades que nos santificarão. São Paulo, por exemplo, foi um fariseu dos mais zelosos, um perseguidor violento, um homem que observava as regras externas de forma rigorosíssima. Essas características, que o levaram a cometer muitos pecados em nome de Cristo, são também as que o levaram ao caminho da santidade. Cada um de nós tem dons únicos para fazer frutificar junto aos outros, no seio da Igreja… E, com frequência, é a partir dos aspectos mais surpreendentes da nossa personalidade que Deus faz brilharem esses talentos.

Eu me flagrei, outro dia, fazendo essa oração um tanto estranha:

“Senhor! Eu queria, antes, que me ajudasses a lutar contra a minha natureza cética. Agora eu quero outra coisa: conservar este ceticismo. Eu não quero uma fé fácil e simplória. Faz com que a minha fé seja audaciosa, impetuosa, plenamente assumida, mas faz também com que eu consiga entender aqueles que duvidam. Eu quero, a todo custo, me manter próxima daqueles que vivem à margem da Igreja, daqueles que não a entendem de jeito nenhum, daqueles que não pertencem ao círculo dos ‘costumeiros’, daqueles que duvidam, daqueles que procuram, dos excêntricos, dos que não se encaixam na sociedade. Livra-me, Senhor, de uma Igreja-clubinho, de uma Igreja de ‘acostumados’, confortavelmente acomodamos nas suas certezas de rotina.
http://pt.aleteia.org/2016/11/06/de-roqueira-punk-ativista-e-ateia-ela-se-tornou-catolica-e-freira/

Formação Sobre à Santa Cruz

A Santa Cruz, Devoção.

A serpente de bronze lá no antigo testamento, era figura de Cristo na Cruz; quem o olha obtém a salvação. Assim o diz Jesus no diálogo mantido com Nicodemos: Como Moisés levantou no deserto a serpente, assim também importa que o Filho do homem seja levantado, a fim de que todo o que crê nele não pereça, mas tenha a vida eterna. Desde então, o caminho da santidade passa pela Cruz, e ganham sentido todas essas realidades que tanto precisam dele, como são a doença, a dor, as aflições econômicas, o fracasso..., a mortificação voluntária. Mais ainda: Deus abençoa com a Cruz quando quer conceder grandes bens a um dos seus filhos, a quem trata então com particular predileção.
Não são poucos os que fogem em debandada da Cruz de Cristo, e se afastam da verdadeira alegria, da eficácia sobrenatural, da própria santidade; fogem de Cristo. Levemo-la nós sem rebeldia, sem queixas, com amor.
“Estás sofrendo uma grande tribulação? Encontras oposição? – Diz, muito devagar, como que saboreando, esta oração forte e viril:
«Faça-se, cumpra-se, seja louvada e eternamente glorificada a justíssima e amabilíssima Vontade de Deus sobre todas as coisas. – Assim seja. Assim seja».
“Eu te garanto que alcançarás a paz”.
III. CRUZ FIEL, tu és a mais nobre de todas as árvores; nenhuma outra pode comparar-se a ti em folhas, em flor, em fruto10.
O amor à Cruz produz abundantes frutos na alma. Em primeiro lugar, leva-nos a descobrir Jesus, que sai ao nosso encontro e carrega sobre os seus ombros a parte mais pesada da contradição. A nossa dor, associada à do Mestre, deixa de ser o mal que entristece e arruína, e converte-se em meio de íntima união com Deus. “Se sofres, submerge a tua dor na dele: diz a tua Missa. Mas se o mundo não compreende estas coisas, não te perturbes; basta que te compreendam Jesus, Maria, os santos. Vive com eles e deixa que o teu sangue corra em benefício da humanidade: como Ele!”11
A Cruz de cada dia é uma grande oportunidade de purificação, de desprendimento, de aumento de glória12. São Paulo ensina com freqüência que as tribulações são sempre breves e suportáveis, e que o prêmio desses sofrimentos acolhidos por amor a Cristo é imenso e eterno. Por isso o Apóstolo alegrava-se nas tribulações, gloriava-se nelas e considerava-se feliz de poder uni-las às de Cristo Jesus e assim completar a Sua paixão para bem da Igreja e das almas13.
A única dor verdadeira é afastar-se de Cristo. Os outros padecimentos são passageiros e convertem-se em alegria e paz. “Não é verdade que, mal deixas de ter medo à Cruz, a isso que a gente chama de Cruz, quando pões a tua vontade em aceitar a vontade divina, és feliz, e passam todas as preocupações, os sofrimentos físicos ou morais?
“É verdadeiramente suave e amável a Cruz de Jesus. Não contam aí as penas: só a alegria de nos sabermos corredentores com Ele”14.
O trato e a amizade com o Mestre ensinam-nos, por outro lado, a ver e a enfrentar as dificuldades que se apresentam com um espírito jovem e decidido, sem nenhum assomo de tristeza ou de queixa. À semelhança dos santos, encararemos as contrariedades como um estímulo, como um obstáculo que é preciso transpor neste combate que é a vida. Essa disposição de ânimo alegre e otimista, mesmo nos momentos difíceis, não é fruto do temperamento ou da idade: nasce de uma profunda vida interior, da consciência sempre presente da nossa filiação divina. É uma atitude serena, que cria em todas as circunstâncias um bom ambiente à nossa volta – na família, no trabalho, com os amigos... – e constitui uma grande arma para aproximarmos os outros de Deus.
Terminamos a nossa oração junto de Nossa Senhora.
“«Cor Mariae perdolentis, miserere nobis!» – invoca o Coração de Santa Maria, com ânimo e decisão de te unires à sua dor, em reparação pelos teus pecados e pelos de todos os homens de todos os tempos.
“E pede-lhe – para cada alma – que essa sua dor aumente em nós a aversão ao pecado, e que saibamos amar, como expiação, as contrariedades físicas ou morais de cada jornada”

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