quinta-feira, 11 de abril de 2024

11 de Abril dia de Santa Gemma Galgani



Hoje celebramos o dia de Santa Gema Galgani, a virgem intercessora dos farmacêuticos.

Santa Gemma Galgani, nascida em 12 de março de 1878, na pequena cidade italiana de Camigliano, era uma jovem que desde cedo demonstrou uma profunda devoção religiosa e um desejo ardente de consagrar sua vida a Deus. Filha de pais piedosos, perdeu sua mãe aos sete anos de idade, o que a deixou sob os cuidados de seu pai, que a educou na fé católica.

Desde a infância, Gemma mostrou sinais de uma espiritualidade excepcional, passando horas em oração e meditação. Contudo, sua vida não foi isenta de dificuldades. Aos dezoito anos, perdeu também seu pai, ficando órfã e enfrentando desafios financeiros. Entretanto, sua fé inabalável a sustentava, e ela encontrou conforto na oração e na confiança em Deus.

Conta-se que Gema, com a tragédia da perda dos pais, apegou-se ainda mais à religião. Recebeu a primeira eucaristia, antes mesmo do tempo marcado para as outras meninas, e levava tão a sério os conceitos de caridade que dividia a própria merenda com os pobres. 

Em sua juventude, Gemma experimentou uma série de experiências místicas extraordinárias, incluindo visões de Jesus Cristo, da Virgem Maria e de seus santos favoritos. Ela também recebeu os estigmas de Cristo, marcando suas mãos, pés e testa com as chagas da crucificação. Esses fenômenos, embora dolorosos, foram aceitos por Gemma como uma participação nos sofrimentos de Cristo, e ela os suportou com resignação e amor.

quarta-feira, 10 de abril de 2024

Documento do Vaticano condena violação da dignidade humana


Após cinco anos de trabalho, o texto destaca a posição da Igreja sobre ações positivas ao corpo e a alma.

Nesta segunda-feira (8), o Dicastério para a Doutrina da Fé publicou o documento “Dignitas Infinita” , após cinco anos de trabalho , com o objetivo de relançar, de maneira mais direta, a impactante mensagem do cristianismo: “Deus ama o cristianismo todos… com amor infinito”. Essas palavras foram feridas por João Paulo II a um grupo de pessoas com deficiência que ele encontrou em Osnabrück, Alemanha, durante uma de suas numerosas viagens ao exterior em 1980.

A principal novidade do documento é a inclusão de alguns temas principais do recente magistério pontifício que acompanham os assuntos bioéticos. Considerado como publicamente da dignidade humana, o texto condena atitudes que ofendem, agridem e violam a integridade de cada ser humano.

“É nesse espírito que, com a presente Declaração , a Igreja ardentemente exorta a colocar o respeito pela dignidade da pessoa humana , para além de toda circunstância, ao centro dos esforços pelo bem comum e de todo ordenamento jurídico. O respeito pela dignidade de cada um e de todos é, de fato, uma base necessária para a existência mesma de cada sociedade que se pretende fundada sobre o justo direito e não na força do poder. Sobre a base do reconhecimento da dignidade humana se sustentam os direitos humanos fundamentais , que precedem e fundam toda convivência civil” , diz um trecho do documento.

Como adotar hábitos mais saudáveis e contribuir para o cuidado com a Casa Comum ?



Você já ouviu a expressão “Conversão ecológica”? Em entrevista a redação do comshalom.org a educadora ambiental, Gabriela Brajão, aborda o assunto.

Desde que foi lançada em 2015, a Encíclica do Papa Francisco, Laudato Sí, sobre o cuidado da Casa Comum vem contribuindo com uma reflexão profunda sobre a importância de uma conversão ecológica e o papel de cada um para um consumo mais consciente de forma a valorizar, respeitar e preservar nossa Casa Comum.

Dividida em seis capítulos, a encíclica apresenta também iniciativas concretas sobre como podemos aprender a cuidar daquilo que nos é comum adotando hábitos e escolhas mais conscientes e principalmente, o impacto que elas causam naquilo que nos é comunitário. “Todos podemos colaborar, como instrumentos de Deus, no cuidado da criação, cada um a partir da sua cultura, experiência, iniciativas e capacidades” (LS 14). 

quarta-feira, 3 de janeiro de 2024

A conversão de G.K. Chesterton



No dia 30 de julho de 1922, no Railway Hotel, em Beaconsfield, na Inglaterra, G. K. Chesterton se tornou católico. Na falta de uma igreja católica local, a irlandesa proprietária do hotel permitiu que o salão de baile fosse convertido numa capela improvisada. Foi ali, sob um telhado de ferro corrugado, cercado por paredes de madeira nua, que o escritor de 48 anos entrou em plena comunhão com a Igreja.

Quais foram as razões para Chesterton dar esse passo? E, levando em conta o pensamento e os escritos dele sobre cristianismo ao longo de muitos anos, por que ele demorou tanto?

A esse respeito, o presidente da Sociedade Australiana de Chesterton, Karl Schmude, recorda que “a conversão é, no fim das contas, um ato da vontade, não só da mente”. Neste caso, “a conversão de Chesterton ao catolicismo foi adiada antes por razões pessoais do que doutrinais”. Segundo Schmude, em entrevista ao jornal National Catholic Register, a relutância do escritor em se converter deveu-se essencialmente à esposa, Frances. Apesar de Chesterton ter-se batizado na Igreja da Inglaterra, sua educação religiosa foi amplamente unitarista. As crenças cristãs ortodoxas que ele adotou mais tarde se desenvolveram sob a influência de Frances, que pertencia à High Church anglicana [a “Igreja Alta” da Inglaterra]. Em 1922, Frances, ainda anglicana, não estava pronta para fazer a mesma jornada espiritual do marido. Isso só mudaria em 1926, quando ela finalmente o seguiu nas fileiras da Igreja Católica.

Por outro lado, a relutância de Frances quanto a Roma pode explicar o atraso da conversão do marido, mas não nos diz o que o motivou a se tornar católico. Para Schmude, a entrada de Chesterton na Igreja Católica foi o ponto final de uma jornada que começou com a posição intelectual estabelecida pelo escritor em “Ortodoxia” (1908), a qual abriria caminho para uma aceitação mais profunda da vida sobrenatural. Schmude vê que esse crescimento gradual de compreensão na vida de Chesterton o levou a uma atitude de humildade e gratidão pela criação. Também o fez adquirir consciência cada vez maior da natureza do mal, que faz perder a bondade e leva à necessidade do perdão. Como indica Schmude, quando Chesterton, em sua “Autobiografia” (1936), é instado a explicar por que se tornou católico, ele responde: “Para me livrar dos meus pecados”.

Schmude afirma que essa noção do pecado e a consequente sensibilidade ao mal são a chave para compreender o caminho que levou Chesterton ao catolicismo em 1922: “Malcolm Muggeridge pensava que Chesterton era ‘um espírito taciturno, angustiado e amedrontado’, e sob o brilho superficial de sua inteligência e otimismo espreitava o medo de que o mundo fosse um lugar depravado e diabólico. Só Deus poderia salvá-lo”.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2023

Refexão: Castelo Interior - Moradas de Santa Teresa D'Ávila

 

Uma breve reflexão para enterdermos um belo caminho para chegar até Deus.
Por: Edson Ferreira 

É certo que todos os dias buscamos meios de chegar a santidade e de estar cada vez mais perto de Deus. Buscamos meios de nos unir a Ele, por orações, novenas, adoração ao Santissímos Sacramento, Santa Missa na comunhão, nas devoções populares, etc...

Muitos até decidem entregar sua vida plenamente à Ele, deixando tudo que tem, iclusive sua família para se consagrar em uma ordem religiosa ou nova comunidade. O que é de fato um grande começo. Até mesmo quem decide viver sua vida leiga no seio da Igreja, se casando ou até mesmo vivendo santamente fora de uma congregação por exemplo pode chegar no céu.

Temos vários meios para nos conduzir a santidade, um deles é nos exemplos e testemunhos daqueles que já estão contemplando a Glória de Deus face a face. Quantas vezes nós lemos suas histórias e seus feitos para chegar a santidade não é mesmo e nos pegamos pensando como ser iguais a eles?

No livro de Santa Teresa Castelo Interior, tem um passo a passo para chegar onde sempre sonhamos estar, nossa morada de fato que é o céu. Pois como diz São Pedro em sua primeira carta no capítulo 2 vesículo 11 "Amados, insisto em que, como estrangeiros e peregrinos no mundo..." nosso lugar é o céu.

sexta-feira, 17 de novembro de 2023

Devoção a Santíssima Virgem Maria

 A devoção à Virgem Maria é uma das características mais distintivas da fé católica. Maria é venerada como a Mãe de Deus, a Rainha dos Anjos, a Advogada dos Pecadores, a Medianeira de Todas as Graças, a Corredentora da Humanidade e a Estrela do Mar que nos guia ao porto da salvação. Os católicos expressam sua devoção a Maria de diversas formas, como a oração do rosário, a consagração pessoal, as peregrinações aos santuários marianos, as festas litúrgicas e as invocações dos títulos marianos.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2023

PAI, SEJA HOMEM!


 Pai, seja homem!

A masculinidade está sendo desconstruída e, como consequência disso, as famílias estão experimentando, cada vez mais cedo e cada vez mais forte, a orfandade. Acompanhe nesta aula uma reflexão sobre a paternidade e a masculinidade no mundo moderno. Qual a importância dos homens para a família e para a sociedade como um todo?

sexta-feira, 6 de janeiro de 2023

Santa Hidelgarda de Bingen

 


Pouco conhecida de nós brasileiros é Santa Hildegard von Bingen (1098-1179). Esta alemã de origem nobre nasceu em 1098. Ainda criança, foi levada ao Mosteiro de Disibodenberg para ser monja, recebendo sólida formação de uma famosa religiosa, Jutta von Sponheim, que vivia junto à abadia num eremitério. Hildegard destacou-se em várias áreas do conhecimento humano, desde medicina, artes plásticas, literatura e música.

Hildegard era uma mística e teve muitas visões, passando a ser conhecida como a sibila do Reno. Recebeu permissão para ditar as suas visões, como o “Liber Scivias”, hoje bem acessível em livrarias.

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